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14 September, 2023 A tia da namorada

Dois amigos entram na casa da namorada de um deles e...

Podia ser o início duma anedota, e de certa maneira é. Pelo menos, se pensarmos que os dois amigos iam buscar a amiga para jantar e acabaram a comer... a tia dela.

A tia da namorada

A Tia tinha-se mudado há apenas meses para a casa da irmã. Não demorou a ficar conhecida por todos no bairro. Apesar de cinquentona, comportava-se como uma teenager. Era escabrosa e espampanante, não dizia uma frase sem um palavrão e toda a sua conversação rasava uma única temática: sexo.

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Claro que, no contexto dos cafés e lojas onde usualmente apresentava o seu “espectáculo”, era observada como um alívio cómico mais do que outra coisa. Ainda assim, não foram poucos os que tentaram a sua sorte, e se muitos levaram categóricas negas, diz-se que alguns escolhidos provaram de facto o fruto apetecido. Porque a Tia era madura, mas era boa todos os dias, com umas ancas de parideira bucólica e um par de mamas, quitadas com uns bons hectolitros de silicone, que parecia um tabuleiro.

Além disso, ostentava farta cabeleira loura que lhe dava um ar de Barbie-Gilf e tornava impossível que passasse despercebida.

A empregada abriu a porta e os dois rapazes, Raúl e André, entraram para esperar pela namorada deste, que ainda não voltara do trabalho. Instalaram-se na sala, como tantas outras vezes tinham feito. A Tia não estava à vista mas já a conheciam, sabiam que era assanhada e por mais de uma vez já se insinuara a ambos, com comentários picantes ou poses provocatórias.

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Quando Raúl decidiu ir despejar a bexiga, deu de caras com o espécime. Estava na casa de banho, em actividades mais que sugestivas, completamente nua a espalhar creme entre as pernas...

Em face de tal visão, o rapaz foi o mais discreto possível, afinal não era entretenimento a que tivesse acesso todos os dias. Ficou o suficiente para a ver, após espalhar generosas camadas de cosméticos pelas virilhas, enfiar os dedos na rata besuntada e começar a masturbar-se.

A expressão dela foi de imediato gozo, mas não emitia um único som. Era como se gemesse em silêncio...

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Raúl sentiu o pau a crescer dentro das calças e teve que se convencer a si mesmo para não irromper pela casa de banho e saltar para cima da Tia e escavacar-lhe aquela cona ali mesmo! Receoso de perder o controle, voltou à sala pronto para partilhar com André o que tinha visto.

Aí veio a saber que a Rita, a namorada do André, tinha ligado a dizer que estava retida no emprego e ia demorar pelo menos mais uma hora, se quisessem, que fossem andando para o restaurante, mas preferia que esperassem por ela. Ficou combinado que esperavam. Então, Raúl contou a André o que tinha visto.

Claro que este foi imediatamente a correr para a casa de banho, esperando encontrar ainda um bocadinho da acção. E teve sorte, pois a Tia estava ainda no seu momento íntimo, a esgalhar a pássara e a beliscar as mamas, com um ar de expressão angustiada de quem clama por um orgasmo mas ele resiste em explodir...

Ao contrário do amigo, no entanto, André não soube aproveitar a cena como espectador passivo. Um suspiro de espanto, ou tesão, denunciou-o e a Tia ouviu, virando a cara na direcção da porta e apanhando o namorado da sobrinha com o caralho nas mãos!

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André fugiu para a sala e quando a Tia entrou, os amigos tentaram disfarçar o indisfarçável, mas ela sabia o que tinha acontecido e não estava disponível para deixar passar a inconfidência.

Disse-lhes muitas e boas, chamou-os de tarados e ameaçou contar tudo à sobrinha, pois era evidente que nenhum deles era flor que se cheirasse e ela, a Tia, podia ser muito puta, que era, mas faria tudo para proteger a família de gente abusada.

Os dois amigos não tugiam nem mugiam, assustados com a perspectiva de serem denunciados como pervertidos e voyeurs, já para não falar de violadores do espaço íntimo de mulheres carentes... Toda uma cena, a culminar na realização de que estavam fodidos.

– A não ser...

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“A não ser…” foi a Tia que disse. As orelhas dos rapazes, a ferver, cresceram na expectativa do que vinha a seguir. Havia então uma esperança de salvação... Mas qual seria?

Era óbvio que, naquele momento, ela detinha o poder e eles eram os encurralados. “A não ser” que eles fizessem algo que ela iria exigir, e podia ser qualquer coisa, estariam ambos condenados...

– Os dois no meu quarto, já! Vamos ter uma conversa e não quero que a empregada nos ouça. Aliás, vou mandá-la embora mais cedo.

Como cordeiros para o matadouro, os dois rapazes seguiram-na em direcção ao aposento, quase com medo de lhe olhar para o cu, que se bandeava à frente deles indicando o caminho.

Chegados lá, a Tia sentou-se na cama e, para surpresa dos condenados, baixou o top do vestido, revelando as mamas planetárias que ambos haviam visto antes em todo o seu esplendor.

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– A vossa sorte é que eu gosto de vocês. E sei que estão na flor da idade, portanto não vos levo a mal. Sei o que é andar sempre com tesão, como aliás viram há pouco. Não sou só uma mulher vivida, sou uma mulher com muita vida. E com muitas necessidades...

Falava sem parar de se despir, até ficar completamente nua em cima da cama.

– Sei que me viram às escondidas. Agora quero que olhem para mim com calma. Não precisam de dizer nada. Pelos vossos olhos, já vi que gostam do que estão a ver...

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Raúl e André, como que hipnotizados pela cena, não arranjariam palavras nem que delas dependessem para salvar a vida... Limitavam-se a engolir em seco e a esbugalhar os olhos para açambarcar o mais possível da febra nua à sua frente. Era uma daquelas cenas que, decerto, levariam para a vida...

– Por causa da vossa gracinha, há pouco não me consegui vir. Estava quase, quase... Isso só fez com que agora sinta o dobro da tesão. Portanto, a minha pergunta é: qual dos dois é que me enfia o pau primeiro?

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A ordem foi o menos importante. Nem eles se lembram quem chegou primeiro... Um minuto depois estavam os dois entalados na Tia. Raúl fodeu-a enquanto André a enrabava.

Ela continuava com os seus gemidos mudos, mas com uma expressão de tusa que evidenciava o seu prazer. Afinal, não era só a presença da empregada que a inibia, a sua linguagem sexual era essa. De contenção libertada.

Não fossem os solavancos da cama, ninguém saberia o que se passava naquele quarto, muito menos que uma gilf cheia de tusa se voluntariara para uma sandwich de picha fresca que lhe estofava os dois buracos. Aguentava estoicamente os dois, e os dois eram grossos o suficiente para aleijar conas mais estreitas.

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Depois, naturalmente, trocaram. Aí já ninguém dava ordens. Aí já ninguém estava sob o jugo de ninguém. Fosse o que fosse em que se tivesse tornado aquele trio, era completamente democrático.

A Tia gemia calada, mas eles grunhiam e arfavam em cima dela. Deram-lha chapadas no rabo que a deixaram vermelha uma semana, enfiaram-lhe tudo em todo o lado, os dedos, o caralho, até a ponta do nariz, no cu, na cona, na boca, entre as mamas e na cova dos sovacos.

Deixaram-lhe um resto de mel pelo corpo todo, se a Tia não tomasse banho podia amanhã besuntar-se toda com esse creme de picha, de todos, sempre, o melhor para a pele.

Entraria no café a cheirar a esporra e cona assada, a cu aberto, um petisco para iluminar as alarvidades que podia dizer aos homens dos cafés, enquanto lhe comiam as mamas com os olhos.

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Acabaram em apoteose, com um chuveiro de meita nas trombas de puta, a coisa que a Tia mais gostava de ser. Aliás, entre as profecias com que costumava escandalizar a vizinhança, a mais famosa era precisamente essa:

– Fui sempre a minha própria puta! Fui sempre eu que mandei em mim!

Ninguém discordava dela, pelo que o assunto morria assim.

E foi cheia de razão que recebeu os jactos de esporra dos dois amigos, que antes a fizeram mamar-lhe os respectivos paus até eles começarem a dar sinal.

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A Tia veio-se várias vezes, o primeiro orgasmo custava sempre, mas depois seguiam-se espontaneamente. Até quando eles se vieram na cara dela, ela se veio, já nem precisava do toque.

Escorria nhanha pela boca e pelas mamas, ensopada por fora e por dentro, pois durante muitas horas subsequentes à grande foda, continuava a pingar de tusa pelas memórias daqueles dois caralhos afastando-se em direcção ao horizonte num magnífico fim de tarde...

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A Tia cumpriu o prometido e não disse uma palavra à sobrinha. Mas algo mudou nesse momento na sua relação. Desde logo, ao olhar para ela enquanto falavam, não conseguia parar de pensar se os seus dois amigos a fodiam também, ou se ela sabia o que era ser fodida por dois homens... Queria o melhor para ela e sabia que, quem experimenta, nunca mais volta atrás.

Armando Sarilhos

Armando Sarilhos

Armando Sarilhos

O cérebro é o órgão sexual mais poderoso do ser humano. É nele que tudo começa: os nossos desejos, as nossas fantasias, os nossos devaneios. Por isso me atiro às histórias como me atiro ao sexo: de cabeça.

Na escrita é a mente que viaja, mas a resposta física é real. Assim como no sexo, tudo é animal, mas com ciência. Aqui só com palavras. Mas com a mesma tesão.

Críticas, sugestões para contos ou outras, contactar: armando.sarilhos.xx@gmail.com

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