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04 janeiro, 2017 Lamber um cu: estudo de caso

O famigerado “botão de rosa” ANALisado como merece: a fundo.

Que mande a primeira pedra quem nunca lambeu um olho do cu. Calma, seus filisteus! Lamber um olho do cu não é para qualquer língua, mas principalmente, para qualquer cu.

Lamber um cu: estudo de caso

Ela está de quatro a escorrer cataratas. Minete bem feito, alguma penetração como deve ser e estamos prontos para nova investida. De repente, uma ideia de génio: “vou lamber-lhe o olho do cu!” PAROU. Calma contigo. linguínhas! Vamos fazer algumas questões importantes antes:

Ela gosta que lhe lambam o olho do cu?
Ela já alguma vez mencionou que gostava que lhes lambesses o cu?
Tu gostavas de lamber-lhe o olho do cu ou isso é tesão do momento?
Esse cu em específico, pode ser lambido em segurança?

No que respeito ao sexo, quanto mais se pensa nas coisas, pior é. Contudo, dada a sensibilidade desta manobra, é sempre bom tentar intelectualizar sobre a questão (além disso, é fantástico teorizar sobre olhos do cu, confessem!).

Ela gosta que lhe lambam o olho do cu?

A principal questão. Se vamos fazer algo com alguém, é suposto NO MINIMO um de vocês tirar prazer na coisa porque quantas gajas não levam no cu apenas para salvar o casamento ou para agradar ao enrabador de serviço? Não duvido que haja muito bom homem que tire prazer em lamber um bom olho do cu, mas interessa saber se a visada gosta de ter uma língua enfiada pelo cu acima. Falo por mim e pelo meu cu, eu pessoalmente não tiro prazer em o fazerem (mas gosto de fazer!). O fodido desta questão é saber precisamente como e quando a colocar, certo? Ninguém está a tomar o pequeno-almoço e a meio de duas torradas e a um galão pergunta “olha, gostavas que te lambesse o cu?”. O ideal de lançar esta para o ar é nos pós-sexo quando ficam ali os dois (supostamente) no relaxe e se pode questionar a coisa em forma de brincadeira.

Ela já alguma vez mencionou que gostava que lhe lambesses o cu?

Ah, mulher corajosa. “Lambe-me o cu, Hélder!”. Bom, melhor pista que esta não há, mas é um facto que esta afirmação saída de uma boquinha deliciosa e sensual, pode soar mal (para alguns). Uma coisa é confessar alguns desejos mais íntimos de cariz fantasioso, outra é pedir a um ser humano que espete a língua dentro do nosso olho do cu. Mas se o fez é porque estava à vontade para tal e isso é de louvar de parte a parte dado ser um excelente indicador da vossa comunicação sexual extra-lençóis.

Tu gostavas de lamber-lhe o olho do cu ou isso é tesão do momento?

Que prazer tiramos de lamber um olho do cu? O mesmo que tiramos do minete: o prazer em dar prazer. Mas podemos todos concordar que meter a língua no sítio mais fantástico do mundo não é a mesma coisa de a enfiar a fundo num sítio que, por vezes, não tem nada de fantástico. Eu gosto. Gosto de olhar para aquele cuzinho alvo e rosa e fazer de prospector de petróleo com a língua. Sei que é difícil de acreditar, mas existem homens heterossexuais que não gostam de lamber uma cona. Eu sei. Um minuto de silêncio por todas as conas não lambidas. Amen.

Esse cu em específico, pode ser lambido em segurança?

Bem vindos à questão mais díficil e constrangedora. Meus senhores, um cu é um cu. E um cu é tudo o que um cu é e pode ou não ser. Mas a apreciação visual, por norma, bastará para decidirem se é um cu que pode ser lambido em toda a sua cuzidade. Vou repetir: um cu é um cu. Ponto. Não vai saber a cona, a doce de ovo ou a lulas recheadas.

Por isso, agora a bola está do vosso lado. Ou o cu neste caso.

Boas lambidelas, seus lambe-cus.

Noé

Noé

Noé

Trintão miúdo de coração ao pé da boca. Perdido em fantasias concretizadas e concretizáveis apenas preso por amarras do anonimato. Relatos passados de opinião libertina é um santo pecador por excelência.

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