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11 mars, 2019 Da expectativa à realidade...

Ela era assim. Gostava de dar ordens...

Numa viagem a terras algarvias este casal quis matar saudades. Quis conhecer-se melhor. Quis descobri um pouco mais dos dois. Quis sexo. Do bom.

Da expectativa à realidade...

Eu adoro o Algarve. Mas amo o Algarve fora de época. É outro encanto, sabem? É aquele sossego. Aquela paz. Só estão lá os habitantes da região. E se fores logo após o verão ainda sabe melhor pois ainda está um tempo agradável.

Foi essa a análise que fiz quando a convidei para irmos passar lá um fim de semana a dois. Eu queria, há muito tempo, fazer uma viagem com ela. Estava curioso por saber como era dividir o mesmo espaço, o mesmo ar, as mesmas rotinas, uns dias consecutivos. Eu e ela éramos diferentes e eu tinha receio, por isso mesmo. Mas ao mesmo tempo tinha vontade e queria saber como seria. Ou corria muito bem. Ou corria muito mal. Impossível existir um meio termo naquela viagem.

Tudo começou com a viagem de ida. Fomos de autocarro mas a menina decidiu chegar em cima da hora. Quase a perder o autocarro. Uma falha que me deixou bastante lixado, mas que com o tempo de viagem fez-me perceber que ela tinha conseguido e por isso era hora de estar feliz. De estar com um sorriso na cara.

Logo na viagem começaram os primeiros momentos de prazer. Ela conhecia-me bem e sabia que eu gostava de arriscar em locais públicos. Mal passámos a ponte 25 de Abril começou a colocar a mão dentro das minhas calças e a procurar o que tanto queria. Queria aquele pedaço de carne que já não vi-a há uma semana.

Encostou-se a mim e continuou a acariciar-me suavemente. Carícias que eram toques bastante ao de leve. Toques que eram momentos de prazer. Enquanto o fazia começou a dizer-me palavras ao ouvido. Dizia o que me queria fazer ao chegarmos a casa. Dizia que queria tomar um bom banho comigo. Um banho perfeito. Um banho como tanto gostávamos de tomar. Dizia-me o quão importante era para ela aquela viagem. Uma viagem que queria guardar na memória. Dizia-me o que queria fazer comigo na praia, no areal e na água. Além disso… Cada toque dela debaixo das calças dava-me uma grande satisfação.

- “Então, está a ser assim tão bom?” - questionava ela enquanto eu fechava os olhos.
- “O que achas?” - perguntei eu.
- “Não sei, diz-me tu.”

Eram assim os jogos de perguntas e respostas que tínhamos. A certa altura as luzes do autocarro acenderam-se, pois estávamos a chegar e ela rapidamente, e sem aparato nenhum, retirou a mão das minhas calças e disse:

- “Em casa há mais!”

Ela era assim. Gostava de dar ordens. Gostava de mostrar que era ela que vestia as calças lá em casa.

O fim de semana foi passando e vários foram os momentos de prazer que fomos tendo. Tudo começou na esplanada, à beira mar, onde ela começou a meter a mão dentro dos meus calções. A par disso ia espetando as unhas nas minhas pernas. Mordia o lábio e mostrava-me com isso a enorme vontade que tinha de me saltar para cima. Não tinha dúvidas nenhumas da sua vontade, da fome que tinha. Ao ponto de me ter dito:

- “Podíamos dar uma volta pela praia…”

Não. Ela não queria dizer praia. Queria dizer entrar numa das grutas das arribas. Queria matar toda aquela fome àquela hora da tarde.

Ela rapidamente descobriu a tal gruta e levou-me para lá, começando a beijar-me mal teve tempo. Mas não era um beijo qualquer. Era um beijo que quase até me dava choques. Aquela esfomeada saltou-me para cima o suficiente para colocar-me o pénis ereto e mal o sentiu, disse-me:

- “Fode-me!”

Não demorei tempo algum a baixar-lhe o que tinha vestido e a introduzir o meu pénis dentro da vagina dela. O gemido dela foi tão alto que o som dentro da gruta fez eco. Ela gritava enquanto pressionava a parede da gruta com as mãos. Tinha que ser uma foda rápida para que o risco de surgir alguém fosse o mínimo possível. Tanto que, para não deixar nada sujo, ela decidiu que o orgasmo seria na boca dela e pela garganta abaixo.

Já em casa a conversa era outra. Era enquanto tomávamos banho. Ela adorava tomar banho comigo e eu com ela. Gostava de passar o shampoo no meu cabelo, o gel de banho em todo o meu corpo e aproveitar esse momento de lavagem para atiçar o prazer em mim e eu nela. Eu fazia o mesmo. Gostava de passar os produtos de limpeza naquelas curvas. De passar a mão pelo rabo dela, pelo peito dela, pela barriga dela, pelas pernas, por todo o canto do corpo dela. Era um dos meus momentos favoritos da partilha do banho com ela.

A certa altura deitamo-nos na banheira, comigo por cima dela. Uma ida ao fundo da banheira que mostrava que queria voltar a estar dentro dela. Dentro do corpo dela.

- “Vem!” - disse ela já a gemer.

Mal entrei dentro dela senti as unhas dela a cravarem-me as costas e os gemidos dela no meu ouvido. Que sensação que estava a ser. Ela fechava os olhos e deixava-se ir. Eu, a cada entrada, era mais forte que a anterior. Queria deixá-la exausta de tanto prazer. As pernas dela já tremiam ao mesmo tempo que estavam encostadas ao fundo das minhas costas. Ali ficamos até ao orgasmo múltiplo que levou a um grito em conjunto.

A viagem estava a ser aquilo que precisávamos. Descanso e prazer. Ela andava feliz e de sorriso na cara. Notava-se na cara dela que estava a gostar do dia-a-dia partilhado comigo.

No último dia das férias, ela pediu-me para deitar-me na cama, todo nu e para fechar os olhos. Nem sei bem o que lá vinha, no fundo. Quando ela pede estas coisas é porque coisa “boa” vem aí. Mas como eu sou um namorado bem mandando aceitei o desafio e assim o fiz, depois de um banho.

Mal fechei os olhos senti a presença dela no quarto. Senti-a aos meus pés a prendê-los a algemas que estavam presas aos pés da cama. Os meus braços também ficaram presos ao estrado superior da cama. Ela queria usar-me comigo preso. Comigo sem forma de fuga ou de ser eu a dominar.

- “Podes abrir os olhos.”

Abri e vi-a toda nua mesmo à minha frente.

Ela nem quis dizer mais nada, apenas subiu para cima de mim e meteu a vagina dela na minha boca. Enquanto a minha língua fazia a magia que tanto ele queria, ela agarrava os meus cabelos com toda a força do Mundo. Ela queria vir-se na minha cara e assim aconteceu rapidamente. Após meia hora de minete, já tinha demonstrado interesse, saltou para o meio das minhas pernas e virou-se de costas para mim. Aquele rabo saltava e ia deixando-me completamente vidrado. As nádegas, firmes, ia levando-me à loucura. Iam dando-me vontade de agarrar mas ao mesmo tempo nem a minha força de braços quebrava as algemas. Ela queria aquilo. Queria mandar.

Quando se cansou da posição virou-se para mim. Mostrou-me que o seu peito estava excitado. Que pingava, o que pingava de suor. Que tinha marcas das suas unhas no seu próprio corpo. Ela foi saltando com as mãos pousadas no meu peito e naquela posição fez-me vir dentro dela. Que orgasmo a dois. Que prazer que foi. Após o orgasmo avassalador retirou-me as algemas, deitou a sua cabeça no meu peito e adormeceu. Estava assim finalizada a viagem sexual.

Alexa

Alexa

Uma mulher com imaginação para dar e vender.
Sempre gostei de escrever, mas coisas eróticas... isso gosto mais. Levar um homem à loucura através de palavras e da sua própria imaginação. Como adoro...

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