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05 octobre, 2020 Encontros insólitos...

Gosto de sentir a sua textura ao longo da minha pele...

Fazia tempo que esperava que aquele dia finalmente chegasse. Eu vivo em Lisboa e o Fábio em Olhão, quilómetros de distância que se colocam entre nós. Ambos temos trabalhos estáveis, contudo a nossa vida privada impede-nos de por vezes pegarmos no carro e irmos ter um com o outro.

Encontros insólitos...

Há mais de dois anos que trocávamos mensagens através das redes sociais, o gosto íntimo um pelo outro foi crescendo, mas continuando ciente do que me rodeava, claro. Durante esse tempo fui tendo alguns encontros ocasionais, mas a minha mente estava presa ao Fábio. Queria senti-lo, estava expectante. Tive mil momentos com ele nos meus sonhos, mas agora estava pronta para aceitar a realidade dos factos.

Quinta-feira depois do horário de expediente recebo uma mensagem, como normalmente acontece, do Fábio.

“Espero que amanhã à noite não tenhas nada combinado.”

Aquela mensagem deixa-me com uma pulga atrás da orelha, o que queria ele dizer com aquilo?

Mensagem atrás de mensagem, para ver se consegui entender a sua primeira mensagem, quando por fim ele me diz:

“Espero que me recebas com um sorriso lindo!”

A sua mensagem deixa-me com o coração acelerado. Não queria esperar mais, mas ainda faltavam tantas horas até o ver, por fim, à minha frente.

O dia de sexta-feira foi deveras enervante, pois as horas pareciam que não passavam, estava mesmo muito desassossegada.

São agora nove da noite quando recebo uma mensagem:

“Princesa, pode sair do seu castelo que o seu príncipe encantado já chegou! ”

Fico quente ao ler aquelas palavras, o meu coração fica tão acelerado que parece que me quer fugir do peito. Pergunto-lhe se não prefere subir, ao qual o Fábio me diz que prefere que eu lhe mostre as redondezas, pois conhece pouco desta zona.

Entro dentro do seu Volkswagen Scirocco, comprimento-o e para não perdemos mais tempo indico-lhe para onde se deslocar.

Ao chegarmos a um sítio remoto, estaciona o carro e desliga o motor. Ficamos com uma vista deslumbrante sobre a margem sul do Tejo.

O Fábio não perde tempo, coloca a mão por detrás do meu banco e aparece com uma garrafa de Moscatel, depois coloca a mão entre as minhas pernas para abrir o porta-luvas e de lá retira dois copos.

- Vens com tudo pensado! – digo-lhe com um sorriso a formar-se na minha face.

- Nem tu sabes ainda da missa a metade. – diz-me com um olhar atrevido.

Dois copos depois, vou-lhe encher novamente o copo quando ele me pára e diz:

- Não posso beber mais que estou a conduzir.

- Vá lá, não sejas assim… Não me digas que voltas para baixo hoje?

- Sim, era o que tinha em mente.

- Pois, muito bem…Não vais que eu não deixo. Ficas a dormir em minha casa e podes sair logo pela manhã.

- Mas eu amanhã tenho que trabalhar, boneca.

- Sais daqui às cinco da manhã, mas por agora não vais a lado nenhum! – digo-lhe ao mesmo tempo que a minha mão avança para o meio das suas pernas.

- O que estás a fazer? – diz-me com o seu nariz a roçar-me o pescoço.

- O que te parece que estou a fazer? – a minha mão sobre e desce, apertando aos poucos a sua perna.

- Não preferes fazer em casa? – diz-me ao ver que estou a começar a abrir-lhe o botão das calças.

Não lhe respondo e continuo a avançar. Sinto-me um pouco incomodada com o travão de mão sobre a minha barriga, por isso pensei em sair do carro, abri a sua porta e ajoelhei-me do lado de fora do carro.

- Ó sua doida, o que estás a fazer? – pergunta-me.

Tenho agora o seu pénis meio endurecido nas minhas mãos, começo por acaricia-lo lentamente, com ternura, gosto, vontade. Olho para o seu pénis enquanto o manuseio. Gosto de sentir a sua textura ao longo da minha pele. Avanço para o colocar na boca, mas o Fábio impede-me dizendo-me:

- Estás maluca? Aqui?! Assim?! Passam carros…

Coloco a mão sobre o seu tronco e forço-o a encostar-se ao banco. Com A boca perto do seu pénis, dando pequenas lambidelas ao longo do seu tronco digo-lhe calmamente:

- Vieram para o mesmo que tu. Agora descontrai e desfruta.

Coloco-o todo de uma só vez na minha boca. Sentir o seu mastro endurecido, só para mim, deixou-me tão húmida! Sinto o seu pénis a endurecer ainda mais dentro da minha boca. Preencheu-me a boca toda. Ele puxa-me a saia para cima e agarra-me na nádega direita. Puxa-me a tanga, roça-me na vagina alagada. Deixa-me ainda mais excitada.

Por breves momentos ele detém-me o movimento e diz-me:

- Entra no carro que vem lá alguém!

Continuo por mais uns breves momentos até que me levanto e me encosto ao carro e peço-lhe que me dê um cigarro. Entretanto o carro passa, mas estaciona a menos de quinhentos metros de nós. Isso não me iria impedir de terminar o que comecei.

Deitei o cigarro fora e continuei. Mas ele interrompe-me mesmo antes de começar:

- O que estás a fazer? Não vês que eles estão ali?

Olho em direcção ao outro carro e vejo que eles pouco demoraram para entrar em acção, por isso digo-lhe:

- Como podes ver eles estão tão entretidos que não querem saber de nós. Vai, fecha os olhos e desfruta.

A sua tesão tinha diminuído, por isso usei tanto a boca como as mãos para o estimular.

- Estou quase a vir-me, Rita! – diz enquanto enrola o meu cabelo ao longo do seu punho.

Continuo com a mão a estimula-lo quando lhe respondo:

- Vem-te na minha boca, vem…

Torturei-o com a minha língua durante um bom bocado até que finalmente a sua ejaculação me preencheu a boca toda. Engulo mas continuo rodopiando a minha língua ao longo do seu pénis endurecido.

- Mais? – digo enquanto a minha mão faz movimentos de vai e vem no seu pénis.

- Sim, mas entra no carro.

Sento-me no carro e retiro a minha tanga que já se tornava incomodativa.

- O que estás a fazer? – pergunta-me.

- Já me estava a incomodar um pouco ter as cuecas tão molhadas. – pego-lhe na mão e coloco-a sobre a minha vagina quente.

Coloca uma expressão de surpresa e diz-me:

- Ó meu Deus, como isto já está!…

- Anda então…

- Aqui não. – responde-me num tom seco – Que me dizes de irmos para a tua cama?

O calor invade o meu corpo. Sinto-me a escaldar. “Irmos para a tua cama”, penso toda derretida, estou embebecida com o momento.

A noite continuou na minha cama, a garrafa de Moscatel encontrou o seu fim muito antes da madrugada chegar e o Fábio acabou por nem pregar olho. Vi-o tomar banho enquanto eu bebia um copo de vinho. Gravei aquele momento na minha mente. Aquele corpinho, com água a cair sobre a sua pele, que visão!…

Isto sim é que foi uma sexta-feira à noite bem passada!!

Alexa

Alexa

Uma mulher com imaginação para dar e vender.
Sempre gostei de escrever, mas coisas eróticas... isso gosto mais. Levar um homem à loucura através de palavras e da sua própria imaginação. Como adoro...

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