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20 août, 2018 Um fim-de-semana merecido

Damos-lhes com penetrações ainda mais intensas, mais profundas.

“O ser humano necessita de experiência novas, de novos desafios, de novos objetivos, de novas metas, de novos amigos, de novos lugares e até mesmo de novos amores. Quem não tenta algo novo, quem não vive nada novo, morre. Morre aos poucos, vai morrendo lentamente, vai matando aos poucos a alma.” - Amanda Emília (via pensador.com)

Um fim-de-semana merecido

Sempre fomos muito chegados ao Jorge e à Marlene, eram os nossos melhores amigos. As nossas filhas frequentam a mesma escola e tudo.

Um fim-de-semana, eu e o Jorge, combinamos surpreender as nossas mulheres com uma escapadinha romântica, pois para além de irmos em carros separados para aumentar o suspense, mas elas sabiam que o quarto seria partilhado.

Há anos que falávamos em fazer uma coisa destas e este ano conseguimos, convencemos as nossas sogras a ficarem com as miúdas para nós conseguirmos um fim-de-semana livre de stress e de dramas quotidianos.

A noite correu como esperado. Elas ficaram de boca aberta e eu e o Jorge apanhámos uma piela na prova de vinhos que tivemos direito logo ao chegar ao hotel.

Durante o jantar o ambiente aqueceu... e se aqueceu! Era a Marlene a espicaçar o Jorge e a Helena a atiçar o meu pénis que já está mais que descontrolado dentro das calças.

O Jorge dá-me um toque no pé por debaixo da mesa. Olho para ele.
- Pedimos sobremesa, meninas? - diz com um sorriso malandro.
- Eu estou bem querido.. - responde-lhe a Marlene enquanto lhe enrola os pêlos que lhe saíam pela camisa desapertada – Comia outra coisa – continuou dizendo enquanto mordia depois o lábio ao tirar-lhe as medidas.
- Eu queria apenas um café. - diz a Helena.
- Alinho nisso. - respondo logo a seguir.

Enquanto bebemos os cafés a Marlene não para com as suas mãos traquinas debaixo da mesa, o Jorge já não sabe onde se meter.
- Marlene... docinho, calma. Já vamos dar-lhe a sobremesa, sim? - diz-lhe o Jorge.

Ao terminarmos o café a Marlene nem nos deu tempo.
- Vamos já para cima, já falei com o menino para colocar na conta do quarto. - disse-nos. - Vá anda, mexe-te coisa boa! - diz ao pegar na mão do Jorge,

Fomos os quatro para o quarto. As duas estavam mais que enlouquecidas, tão enlouquecidas que no elevador começaram aos beijos à nossa frente. As suas mãos movimentavam-se lentamente ao longo do tronco. Olho para o Jorge e ele está tão surpreso quanto eu.

As portas do elevador abrem-se e a Helena dá a mão à Marlene e encaminha-a rapidamente para a porta do nosso quarto. Quando chegam, a minha Helena joga a Marlene contra a parede e começa a beija-la desenfreadamente. Puxa-lhe o vestido para cima, apalpa-lhe os seios e despenteia os seus longos caracóis castanhos.

Tanto eu quanto o Jorge percorremos o corredor calmamente para nos dar tempo de observar todo aquele espetáculo que se estava a passar à frente, ao vivo e a cores. Uma coisa que sempre imaginámos mas que nunca imaginaríamos ser possível algum dia de ver concretizado.

Chego perto delas e digo-lhes:
- Desculpem meninas, não querendo incomodar... mas gostaria de abrir a porta se não se importassem... É que sabem? Sou eu que tenho a chave.

A Helena fica parada a olhar para mim e depois solta uma das suas maravilhosas gargalhadas. Como gosto de ouvir a minha mulher a rir.

Ao entrarmos no quarto, tanto eu como o Jorge agarramos nas nossas mulheres e coloca-mo-las no sitio mais próximo. Aquela visão toda endoideceu-nos.

Enquanto lambuzava a minha mulher e o Jorge fazia o mesmo ao meu lado, ambas se beijavam e se acariciavam. A minha língua percorreu o seu sexo, até que a penetro com dois dedos. Ela já pingava. Levanto-me e começo a penetrar a minha mulher. O Jorge e a Marlene sobre o sofá e penetra-a de quatro. Agarro nos seios da minha mulher que baloiçam a cada pancada que lhe dou enquanto isso a Marlene beija-a e acaricia-lhe o corpo.

Os gemidos preenchem o quarto. Estamos endoidecidos pelo som produzido pelas nossas mulheres e damos-lhes com penetrações ainda mais intensas, mais profundas.

Elas remexem-se no sofá. Estou farto de estar aqui. Pego na minha mulher ao colo enquanto continuo as minhas penetrações e coloco-a sobre a cama, até que o Jorge segue os meus passos.

Orgasmos atrás de orgasmos. Gemido atrás de gemido. Arranhões, mordidas, pedidos, tudo isto e muito mais foi o que aconteceu naquele fim-de-semana. Não saímos mais daquele quarto. O que nos divertimos e as visões que as nossas mulheres nos proporcionaram. Foi com cada show privado.

Após esta experiência a Marlene e a Helena tem encontros ocasionais uma com a outra onde eu o Jorge ficamos a observar meros espetadores, onde muito raramente somos chamados a interagir.

Alexa

Alexa

Uma mulher com imaginação para dar e vender.
Sempre gostei de escrever, mas coisas eróticas... isso gosto mais. Levar um homem à loucura através de palavras e da sua própria imaginação. Como adoro...

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