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11 outubro, 2015 Lição número 1. Sumário: "Fode-me!"

Passar de aluno sentado na sala a professor deitado na cama.

O grande problema por detrás da fantasia de comer uma professora, é o contexto em que a mesma está assente: ela é uma figura de autoridade pedagógica com responsabilidades profissionais e tu, um aluno com tudo menos autoridade e um irresponsável pedagógico profissional.

Lição número 1. Sumário:

Não obstante, não deixamos de fantasiar com as nossas professoras do secundário.

A trintona de Inglês com aquele par de mamas habilmente decotado na medida certa. A professora-menina de Geografia mais aquele rabo com nome próprio e apelido.

Todas estas personagens habitaram o nosso imaginário sexual adolescente mas poucos de nós fomos além de uma sessão a solo em casa de olhos fechados na cama a bater uma com a senhora professora de quatro. Digo poucos de nós, porque há casos conhecidos em que a coisa se concretizou e desses, poucos acabaram bem para os dois lados. Os que correram bem são precisamente os que não ficamos a saber e um “amen irmãs” para todas as professoras que se deixaram levar pela cobiça de serem comidas por um aluno.

Eu nunca comi nenhuma professora minha em idade fértil adolescente, mas a coisa ficou-me para sempre atravessada, como uma pedra no sapato que teima em não sair mesmo após termos descalço o raio dos ténis duas e três vezes. Felizmente (ou infelizmente, do ponto de vista académico) e já em idade de ser uma pessoa com responsabilidades voltei à escola mas desta vez para me formar numa área técnica que não é para aqui chamada e durante 1 ano e 8 meses regressei a uma sala de aula.

A primeira vez que a vi entrar não me chamou muito a atenção, embora ela em si seja uma mulher discretamente vistosa: 1m70, cabelo loiro querubim a pender pelos ombros e uma combinação vestuária a roçar entre o profissional e o demasiado profissional. O ar austero da professora de Inglês Técnico (sim, isto existe) era acompanhado de uma fama hitleriana de rigor e exigência para com os alunos e a ela mesma na forma como conduzia as aulas. Eu engracei com a pessoa por duas coisas: primeiro porque tinha conseguido ser odiada por todas as mulheres assim que entrou e depois porque tinha uns olhos azuis que se não tivermos umas braçadeiras ainda nos perdemos e afogamo-nos neles. A forma como ela se passeava pela sala, a menear as ancas e como olhava de alto para baixo na minha direcção mexia comigo. Sorte minha que sempre me safei bem na língua de Shakespeare e pouca atenção tinha de dar ao que ela dizia, além que estava mais ocupado de caneta na boca a tentar despi-la com a mente. Não fiquei a pensar muito na coisa e habituados a fantasiarmos com amigas, namoradas dos outros e colegas de trabalho estamos todos por isso a coisa não ocupava os meus pensamentos de forma tão intensa. Terá sido golpe do destino ou um simples acaso, fico a saber que um conjunto de alunas da minha turma queria fazer uma participação da senhora professora precisamente pela exigência que a mesma tinha nos exames. Ora, isto afectou-me de duas formas: primeiro porque aquilo era ressabiamento no seu estado mais puro e depois porque nunca compactuei com chibaria. Dado possuir o email de contacto para efeitos estudantis, escrevi à professora armado em puto cavaleiro branco a delatar o esquema maquiavélico de meia dúzia de donas de casa mal fodidas. Na resposta, agradeceu-me a informação e disse-me que não era a primeira vez que algo semelhante ocorria, terminando tudo com um wink e um “beijos…”. Ora, não é preciso ser-se grande génio (e também cada um vê o que quer) mas aquele wink e “beijos” trazia água no bico e agora sim fiquei a pensar mais do que devia na professora.

Passadas umas aulas, o módulo estava já a terminar e ela chama-me à parte. Lá fora, e saindo daquele meio restrito da sala de aula, ficamos a falar e a rir ambos que nem adolescentes. Descobri que era dois anos mais velha que eu, estava a atravessar um processo de divórcio e que tal como eu tinha uma paixão pelos nossos autores portugueses mais apessoados. Conversa puxa conversa e trocamos números de telemóvel, para caso eu precisasse de algum “favor” a nível escolar. Passado dois dias exactamente, envia-me um sms a perguntar se não queria ir com ela a uma localidade perto de Cascais, porque ia dar explicações a um puto rico qualquer e não se orientava bem com direcções.

“É só uma horinha. Podes ficar com o meu carro a passear pela linha se quiseres” - diz ela na resposta.

O carrinho era um BMW coupé que as minhas unhas de pé descalço nunca tinham experimentado. Fomos então para Cascais de cabelo ao vento e ela com aquele ar de cabra fina, começa a mexer comigo dentro do carro. Os toques involuntários das mãos, a troca de olhares e todos e demais sinais eram enviados a um ritmo alucinante e eu já com uma vontade monstra de lhe meter a mão dentro do vestido, apenas com receio de nos espetarmos a 180 km/h. Deixo-a na casa do miúdo e por uma horinha andei a brincar ao “Velocidade Furiosa” pela marginal, a fazer filmes na cabeça de como a ia foder no espaço exíguo do banco de trás de um desportivo. Na hora que ambos combinámos, lá a vou buscar à casa do puto e ela deixa-me conduzir no caminho de volta. Agora começa ela a provocar-me com toques pelo braço. Crava-me as unhas no braço, unhas que disseram “fode-me” e que a minha pele e tesão entenderam. Meto-lhe a mão por debaixo do vestido, BMW a 190 km/h mas mais acelerado ia eu dentro das calças pois ela coloca gentilmente a mão por cima da breguilha e começa a esfregar-me muito suavemente o caralho.

“Vira aqui… “ - diz ela já meio ofegante.

Estou numa localidade qualquer, não sei onde e sigo por uma nacional sem muita coisa a decorar a paisagem a não ser um casebre chunga a dizer “Residencial”. Foda-se, eu não estava a querer foder, eu estava a querer ser fodido por ela e nem sabia. Entramos de roupante pela residencial, ela já de pernas húmidas e de olhar de quem me ia dar muito trabalho. Pago, nervoso e deixo a cair a carteira no chão da receção, ela ri-se.

Subimos à ordem do funcionário:

“3º piso. Quarto 305"

Nem agradeci, nem adeus, nem até já pois só pensava em a foder. No elevador, pego nela de encontra um dos lados e enquanto o elevador sobe, deixo-a totalmente imobilizada enquanto a beijo e uma mão lhe entra pela roupa interior. Está toda molhada e eu com uma tesão de meter medo. Ela respira acelerada e diz-me ao ouvido “queria-te foder desde o primeiro dia que te vi…”

Entramos no 305 a 100 à hora para dar uma de quatro. Entro com ela em cima de mim, braços à volta do pescoço, pernas enroladas na minha cintura e a morder-me o lábio. Quando a deito e tiro o cinto, ela prontamente lambe dois dedos de unha perfeitamente pintada de vermelho e começa a tocar-se por dentro das cuecas ensopadas sem desviar o olhar do meu. Fico a despir-me e a olhar para ela e dou-lhe algum tempo. Ela fecha os olhos e arqueia as pernas em tesão e só consegue balbuciar alguns gemidos abafados enquanto agarra o próprio cabelo. Isto foi a minha deixa para me deitar aos pés dela, lhe morder a coxa e acariciá-la simultaneamente. A mulher escorria pela pernas. Eu subo pela coxa e a humidade entra-me pelos lábios, quanto mais subo mais a sinto até que lhe espeto a língua dentro da cona perfeitamente rosada a babar. Ela geme e diz “ai foda-se”. Eu rio-me e agarro-lhe um braço com força para ela não sair daquela posição. Ela mexe, geme, agarra-me na cabeça e diz para não parar. Já só penso nesta altura em lhe o meter na boca para acabar com aquela gritaria de quem já não é fodida como gosta há anos, mas apetece-me torturá-la mais e fazê-la vir. Sinto os músculos das pernas a enrijecer, mamilos duros e a onda quente que me lambuza a cara toda acompanhada de um grito estridente seguido de um bufo de alivio é a minha deixa. Agarro-lhe nos cabelos e meto-lhe na boca um pouco de forma bruta, mas a forma como ela o deixou entrar gemendo de prazer disse-me logo que gostou. Anos e anos de vida de casada tiram um pouco a arte de saber mamar a uma mulher pois habitua-se aquele mesmo registo de bico mal amanhado e depois os outros que se lixem. Caguei. Forcei a cabeça um pouco e engasgou-se. Tirou-o da boca a sorrir e voltou a meter chupando com mais determinação e gosto (percebeu a mensagem) e percebi eu que ela gosta de ser forçada a foder. Como eu tenho boas maneiras e faço sempre o que me pedem, meto-a de quatro com uma mão na anca dela e outra no cabelo, metendo-o devagar para que ela sentisse cada centímetro de mim dentro dela aos poucos e poucos. A professora realmente tinha uma coisa boa: anos e anos de mau sexo, deixou-a mais apertada que uma virgem.

Quando cheguei ao fundo senti as pernas dela a tremer e julguei que ia desfalecer. Não a quis assustar e começo a fodê-la devagar ao que ela começa estranhamente a dizer repetidamente “Como é possível? Como é possível?”. Até hoje nunca percebi totalmente o que ela quis dizer com isso, mas também não importa. Quando acelero, ela mete a mão dela por debaixo e começa-se a tocar ao mesmo tempo que cada investida minha empurrava o corpo dela todo para a frente já quase com a cabeça a bater na parede do quarto. Não parámos, ela gritava, pedia mais, mais e mais. Eu só via os cabelos loiros dela ficarem colados às costas suadas e só me apetecia puxá-los mais, deixando-a de queixo no ar meio em sofrimento meio em prazer. Com uma mão tapo-lhe a boca e agarro-lhe o queixo com alguma força. Meto-lhe a cara na almofada e desanco-a toda de forma bruta e sem piedade. Toda marcada nas costas de a agarrar com força, ainda lhe espeto dois palmadões no rabo alvo e branco deixando a marca da minha mão tipo graffiti escarlate. Ela vem-se e eu sinto-me com mais liberdade para me vir também e viro-a.

“Não... não faças isso… eu…”

E venho-me na cara dela. Boca. Rosto. Fica toda coberta. Não se desviou. Sorriu. E passou um dedo no labio, lambendo o mesmo a rir para mim com cara de puta satisfeita,

Viemos os dois embora super leves e com aquela sensação de querer mais.

- “Tenho de ir para casa. O meu marido estranha se chegar muito tarde”
- “Mas não te estás a divorciar?”
- “És tão inocente…”

Pois sou. Ou fiz-me. O certo é que tive 19 a Inglês Técnico.
Ainda estou para saber como é que ela ia explicar aquelas marcas ao marido. Ou talvez nem precisasse dado que não fodiam, ou pelo menos como ela gostava.

Passados 15 anos, ainda não fodi nenhuma professora minha.
Fui fodido por uma.

Noé

Noé

Trintão miúdo de coração ao pé da boca. Perdido em fantasias concretizadas e concretizáveis apenas preso por amarras do anonimato. Relatos passados de opinião libertina é um santo pecador por excelência.

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