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03 dezembro, 2018 Uma boa pré viagem

Na cama, já despidos, ele quis explorar cada centímetro do corpo dela. O rabo dela era grande e firme.

Uma mulher decidida, bem sucedida e detentora de algum conhecimento deixa um homem atarantado, uma mulher bem mais dotada intelectualmente e também mais bem sucedida profissionalmente, boa parte dos homens que se irão cruzar com ela experimentarão uma dramática inibição da sexualidade.

Uma boa pré viagem

Isto foi registado por Freud (1912): os homens só têm um bom desempenho sexual diante de mulheres que eles consideram inferiores a eles. Trata-se de uma questão como sendo um factor biológico definitivo.

Hoje podemos ver isso com mais clareza. O bloqueio sexual realmente existe justamente nos homens que mais respeitam e valorizam as mulheres; costuma ser difícil de ser revertido, mas não é impossível, o que derruba a hipótese biológica.

Os homens ficam fascinados facilmente pela aparência física das mulheres. Sentem um forte desejo por causa dos estímulos visuais que elas provocam. Se estes percebem que não são desejados da mesma forma como desejam, isso os deixará numa condição de inferioridade. Tentam equilibrar esta “conta” ao sentirem-se superiores em outros setores, especialmente naqueles que as mulheres mais valorizam.

Avaliam, pois, a beleza feminina como uma grande vantagem que terá que ser superada pelas suas “prendas”.

Podemos assim concluir que o “erro” de julgamento é diretamente proporcional à beleza feminina. Assim, as mais lindas – e se ainda forem inteligentes e ricas – serão as que mais “espantarão” os homens.

Um triste destino para todos.

A Sofia sabia o que queria para a vida. Um homem certo da cabeça. Um homem responsável. Um homem que se soubesse vestir bem. Um homem que ela idealizava há muito tempo na sua mente. Curiosamente esse homem era o Ricardo. O Ricardo, esse, queria uma Sofia. E a Sofia? Como era? Uma mulher atraente. Que gostava de falar de assuntos sérios. Que se empenhava em tudo. 

Naquela tarde de Outono, naquela esplanada junto ao rio Tejo, estavam os dois em mesas separadas e a beber um bom gin. Um gin que, vá-se lá entender o destino que trabalha todos os pormenores, até era o mesmo em cada copo.

Com a temperatura que estava, ela vestia um bonito vestido que mostrava algumas peles da própria e ele tinha vestido uma camisa azul e umas calças beges. A acompanhar o gin e a vista para a margem sul ouviam-se os “cantores de rua” que tinham tirado a tarde para homenagear grandes nomes do Jazz internacional.

Ela gostou dele. Gostou do ar dele. Gostou daqueles seus caracóis. Gostou dos seus movimentos enquanto levava o copo à boca, ou quando colocava o telemóvel à orelha ou até o sorriso que demonstrava sempre que ela olhava para ele.

Ele também ficou bastante agradado com os movimentos do cabelo dela. Com os seus lábios. Com o ar dela enquanto fazia o pedido ao empregado de mesa. Ela, sem margem de dúvida, mexia com ele e vice-versa.

- “Olhe, desculpe, tem horas que me diga?” - perguntou o Ricardo à Sofia, quando ele tinha um relógio bem visível.
- “Mas não tem um relógio?” - questionou ela tão rapidamente como a resposta.
- “Está sem pilhas.”

Aqueles dois três dedos de conversa foram suficientes para ela o convidar a sentar-se com ela. Depois de questões sobre nome, sobre o quão bonito é o rio Tejo e a sua vista, começou ele a tentar descobrir uma pouco dela.

- “E aqui em Lisboa? Trabalhas? Estudas?”
- “Estou a estagiar numa empresa na baixa.” - respondeu ela antes de questionar o mesmo.
- “Eu venho semanalmente a Lisboa. Trabalho numa multinacional e todas as semanas viajo de Madrid para Lisboa.”- respondeu ele.

Ela ficou convencida logo que aquilo não podia ser apenas um momento de meia-hora. A Sofia tinha um carinho especial por viajar pelo Mundo e conhecer outras cidades, principalmente europeias. Logo de imediato a conversa fugiu para aí e ela descobriu, rapidamente, que o Ricardo era realmente um homem viajado. Conhecia todos os continentes do Mundo, mas tinha um gosto especial por zonas árabicas, pelo sul de África e pela região do Brasil, Argentina, Uruguai e países envolventes.

- “Amanhã parto para Cape Town, na África do Sul.”
- “Então e a parte de viajares constantemente de Madrid para Lisboa?”
- “Muitas vezes tenho de interromper essa rotina pois há feiras internacionais em diversos países. Amanhã é dia de viajar até à África do Sul e ficar por lá uns dias a trabalhar numa exposição da minha empresa.”

Aquela partida já, já amanhã desanimou-a um pouco, mas ao mesmo tempo deixou uma certeza na mente dela: tenho de o foder, hoje.

- “Ainda tens tempo para um café? Antes de partires. Tipo hoje. Tipo agora.” - diz-lhe a Sofia muito rapidamente.

Aquela rapidez nas palavras dela despertou interesse no Ricardo. Ele percebeu que ela queria algo mais que um gin virado para Cacilhas. Ela queria algo mais íntimo.

- “Sim, claro! Conheces outro local?”
- “Minha casa?!” - uma resposta, em versão pergunta e que misturada com dois sorrisos marotos resultaram num..
- “Porque não?!”

Ela vivia num apartamento na zona do Saldanha. Um apartamento com vista para a rotunda do Saldanha, o centro da cidade.

Depois de mais um gin ao som de bons sons, ele não teve receio ou dúvidas em se aproximar daquela fera. Uma fera que pedia apenas uma foda de uma noite, mas uma foda que a destruísse de tal forma que seria um inferno enquanto ele estivesse fora.

Um beijo. Um simples beijo dado por ele interrompeu o raciocínio dela sobre o tema que estavam a falar. Um beijo que a surpreendeu, pois, mesmo querendo, não estava à espera que fosse ali. Aquele beijo fez subir a temperatura de ambos. Ela ficou excitada nos mamilos e a ele fez-lhe crescer algo no meio das pernas.

- “Vamos?” - pergunta a Sofia meio atrapalhada.

O Ricardo apenas acenou com a cabeça. Estava tão desorientado quanto ela.
Já com as chaves na porta o Ricardo atira-se novamente à Sofia. Beija-a como a tinha beijado anteriormente. Aquele beijo, dado por ele, acabou por a atirar para cima dele de tal forma que as peças de roupa foram saindo do corpo de ambos com elevada velocidade. A camisa dele foi desapertada por ela, o vestido dela quase rasgada por ele. Os caracóis dele iam sendo agarrados por ela enquanto que as mãos dele seguravam firmemente as ancas dela que já baloiçavam de ansiedade.

Os respirares de ambos iam sendo cada vez mais profundos. Cada vez mais sinais de satisfação iam-se relevando ao longo de cada passagem de mãos, de cada beijo, de cada segundo.

- “Vamos entrar.” - pediu ela.

Assim que ela abre a porta ele pega-a ao colo. Os seus braços seguravam com segurança o corpo dela já bastante excitado. As pernas dela estavam encaixadas na cintura dele e os braços dele faziam força naquele rabo.

Na cama, já despidos, ele quis explorar cada centímetro do corpo dela. O rabo dela era grande e firme. O rabo dela fazia um ângulo de quase noventa graus para as duas pernas. O peito dela podia não ser gigante, mas era também firme como o rabo. Ele, com a língua, ia fazendo a exploração do corpo dela. As suas pernas, longas, lisas, excitavam-no de tal forma que da língua aos dentes e mordidelas o processo foi rápido. Ela, já de olhos fechados, ia gemendo enquanto que as suas unhas perfuravam o lençol da cama. Ele, debaixo para cima, chegou à boca dela e enquanto a beijava espetou o seu pénis dentro dela e acabou por fazê-la gritar ainda mais alto.

Ela deixa escapar um gemido surpreendida, surpresa ao ser penetrada... assim, tão rapidamente. Ela atira a cabeça para trás e revira os olhos.

- “Que se passa” - pergunta o Ricardo que teve como resposta mais gemidos e gritos de prazer.

Aos poucos, ele, bruto como tudo, foi destruindo as pernas e o meio das mesmas da Sofia. Logo após um missionário, ela quis controlar a situação e saltou para cima dele e cavalgou o máximo que conseguiu. Cada descida daquele rabo grande no mastro dele satisfaziam-no mas aos poucos foi ajudando com palmadas naquelas nádegas. Quando a apanhou de costas agarrou-a no pescoço, levantou-a e começou ele a dar de baixo para cima com ela de pernas bem abertas. Ele aproximava-se do final e decidiu pegar nela e colocou-a de quatro. Uma posição que tanto para ele como para ela era a posição de eleição. Cada pancada que ele dava era mais forte que a anterior e ela continuava a ter orgasmo atrás de orgasmo. Ele, já com as curtas unhas marcadas no rabo dela aberto, veio-se num orgasmo ao mesmo tempo que o dela. Aquela foda bruta rematou-a para os lençóis e fazia-os adormecer.

- “Parti. Um dia volto!” 

Despediu-se dele num papel que deixou na mesa de cabeceira.

Alexa

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Uma mulher com imaginação para dar e vender.
Sempre gostei de escrever, mas coisas eróticas... isso gosto mais. Levar um homem à loucura através de palavras e da sua própria imaginação. Como adoro...

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