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18 Enero, 2024 O masturbador implacável

Não é crime, nem vergonha, enveredar pelas belas artes da punheta...

ASarilhos O masturbador implacavel 0 capa

Dias não são dias sem langonha
Sem disparar activamente as escopetas

ASarilhos O masturbador implacavel 1

Não é crime e muito menos é vergonha
Enveredar pelas belas artes da punheta

ASarilhos O masturbador implacavel 2

Mas que fazer para alimentar esta tesão?
Onde buscar inspiração para tanto mel?

ASarilhos O masturbador implacavel 3

Após muita e variada emborcação
Decido hospedar-me num bordel

ASarilhos O masturbador implacavel 4

De manhã vou direito à casa de banho
Ajoelho a espreitar pela fechadura

ASarilhos O masturbador implacavel 5

Espio as excreções e não me acanho
Tanto faz se é racha verde ou madura

ASarilhos O masturbador implacavel 6

Mais tarde assalto o quarto das ternuras
Sonegando-lhes os prazeres da clientela

ASarilhos O masturbador implacavel 7

conas prenhes de formas e figuras
E cus roliços que demandam cuspidelas

ASarilhos O masturbador implacavel 8

Passo em seguida pela alcova da patroa
A maestrina que ensina a “fazer camas”

ASarilhos O masturbador implacavel 9

Vestida é nobre, nua é toda boa
Permite-me que lhe esporre para as mamas

ASarilhos O masturbador implacavel 10

Chegada a noite há festa no salão
Putaria de abundante apoteose

ASarilhos O masturbador implacavel 11

Refastelado, agarro-me ao canhão
E descarrego impante dose atrás de dose

ASarilhos O masturbador implacavel 12

Nada falta ao meu climax voyeurístico
Seja broche, minete ou enrabadela

ASarilhos O masturbador implacavel 13

Cona aguada derramada em dedo místico
Perna grossa, foda fina, meita bela

ASarilhos O masturbador implacavel 14

Todo nu derreto-me em carícias
Esfrego o pau, afogo o ganso, esgalho o guloso

ASarilhos O masturbador implacavel 16

Morro aos soluços no esplendor dessa delícia
Deixo as cortinas a escorrer de gosma e gozo

ASarilhos O masturbador implacavel 17

Armando Sarilhos

Armando Sarilhos

Armando Sarilhos

O cérebro é o órgão sexual mais poderoso do ser humano. É nele que tudo começa: os nossos desejos, as nossas fantasias, os nossos devaneios. Por isso me atiro às histórias como me atiro ao sexo: de cabeça.

Na escrita é a mente que viaja, mas a resposta física é real. Assim como no sexo, tudo é animal, mas com ciência. Aqui só com palavras. Mas com a mesma tesão.

Críticas, sugestões para contos ou outras, contactar: armando.sarilhos.xx@gmail.com

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