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12 octobre, 2020 Perigo Inerente

Não nos conseguimos conter e continuamos naquele desafio tolo...

A distância impede que muitos momentos não se proporcionem a acontecer, contudo a tecnologia pode ser uma aliada nesses momentos. Entre uma relação que não tem caminho e que coloca duzentos e cinquenta quilómetros de distância entre ambos, e outra que é meramente platónica, com um homem casado, que não irá sair de apenas a nossa imaginação, mais vale ir aproveitando a tesão que ambos me causam e me proporcionam em tempos de secura de encontros amorosos.

Perigo Inerente

Acordo num dia perfeito para se ter uma folga, céu limpo e uma temperatura perfeita de 34º graus. Não quis perder nem mais um segundo daquele maravilhoso dia, saltei da cama e vesti o biquíni para me colocar a caminho da praia.

Na praia, estendo a toalha numa duna e deixo-me a torrar. Escaldo-me sobre o calor insuportável daquele sol divinal. Busco refrescar o meu corpo na água gelada do oceano Atlântico. As ondas, hoje, são pequenas, está um mar bastante convidativo a entrar e meter-se um pouco de molho, apreciar o momento flutuando por breves momentos naquelas águas cristalinas.

Quando chego à toalha deito-me de barriga para baixo e novamente deixo-me torrar. O meu corpo ferve. Sinto as poucas gotas que me restavam no corpo aos poucos a desaparecerem.

Chego a casa por volta das oito da noite, nesse momento é que me apercebo que nem tinha levado o telemóvel comigo para a praia. Vou ver se tinha alguma notificação no meu telemóvel à procura de algo que eu sabia que não iria lá estar, pelo menos acerca de uma determinada pessoa.

Entre tantas notificações sem qualquer relevância tinha uma mensagem do Wilson.

“Acordei com um pauzão só de pensar em ti.”

Pergunto-lhe o que tinha estado a sonhar para acordar de pau feito ao que ele me responde:

“Estava-te a chupar ao mesmo tempo que tu chupavas a minha Maria.”

Começo a criar aquele cenário na minha mente e fico tão quente mais do que já estava, a minha pele escaldava. Levo o telemóvel comigo para a casa de banho, coloco uma lista relaxante a tocar e começo a despir-me. A minha pele arranha ao sentir o tecido do biquíni a roçar-lhe. Observo-me ao espelho. A minha pele já ficou bronzeada para o verão inteiro, mas neste momento está um pouco para o avermelhada. “Belo dia de folga!”, penso enquanto continuo a ver-me ao espelho.

Depois do banho aproveito que o telemóvel está à mão e tiro uma fotografia nua para o Wilson, a mostrar-lhe o resultado do dia de praia que eu tinha tido. Não tarda a responder-me:

“Traz esse corpinho até mim... Adoro!!”

Vejo a sua mensagem na barra de notificações e não lhe respondo pois quero passar creme no meu corpo.

Barro o meu corpo com creme que depressa desaparece devido à temperatura do meu corpo. Sinto o meu corpo a arder. Passo pelo menos três vezes creme no mesmo sítio, até que a pele fique bem besuntada com creme. Penteio o meu cabelo molhado e deixo-o assim, as pontas do cabelo sobre os ombros e as costas... Sabe-me tão bem, uma breve frescura!

Aqueço um bocado de esparguete com cogumelos e gambas que tinha do jantar do dia anterior e sento-me à frente da televisão a comê-lo. Devoro-o e deixo o meu corpo relaxar enquanto vejo uns episódios da série Rick and Morty.

Perto da meia-noite, lembro-me de ver se tinha mensagens do Wilson, contudo, nisto tenho o Alfredo a ligar-me. Atendo-lhe a chamada.

- Olá … – diz-me timidamente do outro lado – Como estás ?

- Não esperava por uma chamada tua. Há alguns dia que não me dizias nada.

- Eu sei amor, desculpa.

Depois de uns segundos de silêncio de ambas as partes o Alfredo diz-me:

- Estou com um sorriso parvo na cara, amor.

- Quem estava com saudades da menina, quem era? – digo-lhe num tom suave.

- Ai amor !! Não me fales nesse tom de voz que me deixas maluco.

- O que estás já a fazer?

- Como assim?

- Olhe-me só esse respirar tão pesado… A sério que tu estás a bater uma punheta neste preciso momento? Não te dá vergonha?! – digo a rir.

- Não me consigo controlar. É só para veres o quanto me deixas doido!!

Não nos conseguimos conter e continuamos naquele desafio tolo. Digo-lhe palavras que sei que o deixam a ferver enquanto ele se vai tocando. Oiço a sua respiração a ficar cada vez mais errática.

- Quero esse rabo na minha boca. – dizia-me.

- Anda… Vem-te para mim… – digo num tom ternurento.

Passado pouco tempo depois percebo que se vem por causa do silêncio que ficou de repente do outro lado.

- Estás ai? – pergunto-lhe.

- Ai amor !… Você deixa-me fora de mim!

Pouco tempo depois terminei a chamada dizendo-lhe que me ia deitar, contudo uma pequena mentirinha. Como ainda estive um bom bocado com o Alfredo ao telefone não tinha tido ainda hipótese de responder ao Wilson. Envio-lhe uma mensagem a perguntar se ainda se encontrava desperto. Rapidamente tenho a minha resposta:

“Comecei agora a arregaça-lo a pensar em ti… Apetece-me chupar-te toda. Chupar-te como mereces, esses meninos não sabem o que perdem!”

Ainda estou eu a ler a mensagem quando o meu telemóvel vibra, recebo um vídeo do Wilson. Que belo vídeo! Deixa-me de tal forma quente que aos poucos o meu coração começa a ficar acelerado. Filma-se a masturbar-se. Oiço a sua respiração lenta e funda. “Nem inventado uma pessoa acreditava nisto”, penso enquanto fecho os olhos e me deixo ficar a ouvir a sua respiração ao mesmo tempo que na minha mente são gerados mil cenários de possíveis fodas que poderíamos um dia ter. Respondo dizendo-lhe:

“Queria tanto metê-lo agora na minha boca gulosa… ”

Sempre que ele me enviava um vídeo ou uma fotografia do seu pénis bem endurecido e humedecido, eu enviava-lhe um áudio em retorno das suas provocações, por vezes só da minha respiração ou então com o som dos meus dedos a penetrarem na minha vagina ensopada em excitação. O Wilson causava esse efeito em mim, de uma bruta secura a um charco.

Mais de uma hora e meia neste despique eróticamente excitante que culminou com um áudio dele a ejacular enquanto chamava por mim.

Gosto tanto de o ouvir a vir-se, mas gosto especialmente quando ele deixa escapar um pequeno riso miudinho no final.

Deixei que se despedisse, para que finalmente, deitada na cama, me pudesse satisfazer recorrendo apenas à minha imaginação impura.

Alexa

Alexa

Uma mulher com imaginação para dar e vender.
Sempre gostei de escrever, mas coisas eróticas... isso gosto mais. Levar um homem à loucura através de palavras e da sua própria imaginação. Como adoro...

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