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16 janeiro, 2018 A minha querida sobrinha

Mas quem era a rapariga... morena, alta, rabo composto e uns peitos redondos...

Quarenta e seis anos, um casamento de vinte anos, um trabalho como director de uma cadeia de supermercados em Lisboa e a única coisa que me dá mais prazer é chegar a casa, tomar banho, não ouvi-la, ligar a TV e colocar no canal de desporto...

A minha querida sobrinha

Como se não bastasse... dispo-me... vou direito ao banho quente... depois de um dia stressante de reuniões e chatices só me apetece mesmo descarregar no banho... vê-me despido... e só fala... fala... fala...

O nosso casamento passou de sexo convencional todos os dias, para dia sim dia não, para duas vezes por semana, para uma vez por semana, para no máximo três vezes por mês... um homem não aguenta tanto tempo só com um beijo de despedida e um "tem um bom dia de trabalho... como foi o teu dia?" Por mais que os meus amigos que deixaram de correr essas maratonas com as mulheres e se sentem completamente bem assim eu não...

Mais um dia que vou sozinho para o banho... primeiro fecho a porta da casa de banho, depois abro a torneira da banheira.... água a escorrer nunca fez mal a ninguém... e uma das utilidades do telefone do trabalho é mesmo estar disponível online para o site que mais adoro com conteúdo adulto... seguido de masturbação e por fim a limpeza... banho tomado e fato de treino vestido... hora de jantar... ver o canal de desporto e dormir... todos os dias quase sempre o mesmo... tirando um outro dia que pode mudar com a vontade que tem de me colocar a passear o cão... ó... coitado do Tobias... sempre com vontade de me ver...
Luzes apagadas vamos dormir!

***

Hoje cheguei a casa cansado, mais um dia de pura loucura no escritório... o mesmo ritual... no meio do ritual lá vem ela bater-me à porta... "Ricardo, hoje temos a minha sobrinha para jantar e passar a noite, não te atrases para o jantar, despacha-te!!"... oh bolas... mais uma criança para ajudar a mudar as fraldas... já não a reconheço, já se passaram dez anos desde então... continua uma miúda possivelmente, mais uma miúda chata e aborrecida com gostos pelos One direction.

Vamos lá descer as escadas e jantar.
Ouvia a voz de uma rapariga, mas não de uma miúda...
Mas quem era a rapariga... morena, alta, cabelo pelo ombro, rabo bem composto por baixo daquele vestido e uns peitos bem redondos... mas aquela era a sobrinha da minha mulher? não pode!
Recompus o meu entusiasmo e vou em direcção à Margarida para cumprimentá-la:

- "Olá, sou o teu tio Ricardo, já não te via há dez anos... que idade tens neste momento?"
- "Olá tio, tenho vinte anos, acabados de fazer este mês!"
- "Tão novinha... e o teu pai sabe que namoras?"
- "Tio!! não tenho namorado, os miúdos da minha idade aborrecem-me... prefiro homens mais velhos."
- "Ok... vamos lá jantar."

... como é que uma rapariga de vinte anos pode dizer uma coisa destas...

Um jantar meio chato... sempre com a minha mulher a conversar sobre o que tinha elaborado para o jantar, mais umas quantas frases sobre esta nova casa, sobre a vizinhança e no meio dessas conversas vinha o olhar cativante e o sorriso feminino e doce de rapariga jovem.

No meio da conversa, disse-me que queria trabalhar para pagar a universidade, a minha mulher contrapropôs que a colocasse no supermercado onde era director... mas eu estava meio a vaguear quando isso apareceu... "sim sim claro, terei todo o gosto em ajudar-te".

Aquele corpo, aquele olhar, aquelas curvas todas espalhadas naquele vestido... e eu sempre a tentar manter o focus. Eu acho que ela percebeu. hum...

***

Horas de dormir... aquele momento sagrado... o quarto dela ficava perto da casa de banho no fim do corredor, quarto do meu filho que se tinha mudado com a namorada. Horas de adormecer... virar para o lado e tentar adormecer... mas comigo não estava resultar... esperei que a minha mulher adormecesse e fui em direcção ao corredor da casa de banho... quase a chegar à casa de banho o quarto dela só tinha a luz de presença e um pouco da porta aberta... ao chegar perto do quarto ouvia-se uns pequenos gemidos, suaves e baixinho... aproximei-me... lá estava ela, deitada com a camisola subida a mostrar aqueles peitos redondinhos e com os bicos firmes, a mão esquerda a acariciar aqueles biquinhos firmes e com desvios para os peitos tamanho melão laranja em pleno verão completamente maduros prontos a colher e a saborear, a outra mão por dentro dos shorts a tocar-se com grande fervor... de olhos fechados a imaginar... não sei o que imaginava... mas a minha vontade era de ser eu na imaginação dela a beijar-lhe cada centímetro daquele corpo... cada milímetro dos seus lábios, dos seus seios, lamber aqueles bicos hirtos a passarem na minha língua e ouvir cada gemido em primeira mão como se estivesse a ver o Sporting em primeiro na liga... como aquela visão me estava a deixar fora de mim... a minha mão desceu logo para acariciar-me... o desejo de abrir aquela porta e pedir-lhe para me satisfazer, foi mesmo grande... mas não... não tive coragem para fazer isso, preferi ficar ali a olhar no pequeno pedaço da porta entreaberta senti-lo duro, vê-la a saborear cada momento que estava ter sozinha e eu a não aguentar... não consegui aguentar... fechei-me na casa de banho tive de me masturbar... acabar aquilo que ela despertou em mim...

Sozinho! (tortura)
Hora de limpar, lavar a cara, voltar outra vez por aquele corredor... não posso voltar a olhar... se não fico outra vez sem saber o que fazer...
Horas de dormir.

***

Horas de acordar, vestir-me, não imaginar a noite de ontem...
Direitinho ao corredor da "tortura" e directo à casa de banho sem olhar para lado nenhum!! (ouviste? não vais olhar nem sequer imaginar!! é tua obrigação seguires sem olhares para trás nem para os lados...)

Vou direitinho à casa de banho... achei que não estava ninguém na casa de banho... abro a porta de repente, e lá estava ela, a minha respiração parou e como estava com tesão, aquela tesão que nos dá de manhã não consegui conter-me, ele não baixou e ainda por cima manteve-se de pé por uma eternidade a olhar e a ver aquele ser completamente à minha espera e eu sem hipóteses de lhe meter as mãos em cima...

- "TIO!!!"
- "Bom dia... d...des...desculpa!! Desculpa-me! Eu não sabia que estava aqui alguém muito menos a sair do banho, desculpa..."

Vestiu a toalha, mas agora não deixei de ver aquele corpo lindo com umas curvas majestosas um corpo de jovem, completamente molhado, os cabelos molhados a tapar os bicos mas continuava a notar-se os seis redondinhos e firmes, e aquele papo não deixei de notar, aquela ratinha lisinha desenhada, com o clitóris direitinho de certeza que era apertadinha e quente... por esses segundos só me deu vontade de pegar-lhe ao colo, leva-la contra o lavatório da casa de banho e começar a acção sem qualquer arrependimento... fluídos por um lado penetração forte por outro e continuar até me vir na boca dela... nesses segundos continuo a sonhar como será o oral ... molhado? pouco molhado? garganta funda? ou simplesmente umas pequenas chupadelas... sorriu-me e eu ainda mais atrapalhado fiquei..

- "Não faz mal.. eu estava só acabar de tomar banho... já vi que não se consegue conter à frente de uma mulher."
- "Depende... se ela for atraente ou não.."

Soltou de novo os seus sorridos mas desta vez com a toalha vestida e com pressa para ir para a faculdade.
E eu, pronto para me vestir e ir trabalhar. Dia chato que vinha a caminho!!

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