PUB
mascote
PUB


07 maio, 2018 Safada nas horas vagas

Eu apenas conseguia ofegar e implorar por mais...

Há sempre uma altura da semana em que necessito que o meu querido acalme a fera que há dentro de mim. Uns açoites bem dados. As palmadas são uns excelentes preliminares porque a sua mão sobre a minha pele, vai aquecendo as minhas nádegas e anunciando que a minha espera terá uma boa dose de prazer.

Safada nas horas vagas

Cheguei exausta a casa.
Atirei a mala para cima da cadeira juntamente com o casaco e cachecol.
- Amor?! - gritei para descobrir em que parte da casa ele se encontrava.

Não me respondeu mas também não precisei limitei-me a seguir a música que vinha da cozinha. Lá estava ele: de calções, descalço e de tronco nu a fazer o jantar. Aproximei-me por trás dele e tapando-lhe os olhos digo:
- Adivinha só quem chegou e está bem esfomeada? - depositando pequenas dentadas ao longo do seu pescoço.

Ele vira-se para me observar. Apresentava-me já em trajes menores tal como ele.
- Falta muito para o jantar estar pronto?- pergunto-lhe.
- Mais dez minutos e estará pronto. - respondeu-me.

Desvio-me um pouco do seu corpo e desligo o fogão. Pego-lhe na mão e faço com que me siga até ao quarto.
Quando chegamos ao quarto empurro-o para a cama. Encaminho-me para ele e debruço-me no seu colo:
- A menina portou-se tão mal hoje... - abanando o meu rabo bem à frente do seu nariz de forma a incentivá-lo a dar-me uns açoites.

Sem dizer uma única palavra, começa a dar-me umas belas merecidas palmadas. O ardor que sentia era rapidamente aliviado com o leve toque dos seus dedos sobre a minha pele. Ia aumentando a intensidade. Eu apenas conseguia ofegar e implorar por mais.
Ele suspende as palmadas e centra a sua atenção no meu sexo. Passa um dedo ao longo dos meus boxers.
- O que é isto? - enquanto remexia o dedo sobre o tecido que o impedia de tocar na minha pele - Como você já está... - continuou.

Puxa um pouco dos meus boxers para o lado de forma a conseguir colocar um dedo, depois dois, três e por fim quatro enquanto me mordisca cada uma das minhas nádegas. Rodopia os dedos em cada penetração que me faz. Começo a gemer.
Dá-me uma palmada que me deixa a ferver e diz:
- Nada de gemidos.

Agarra-me na cintura e joga-me para cima da cama, liberta o meu corpo daquele tecido incomodativo e joga-se a mim como um leão que se atira à sua presa.

Começa por depositar-me beijos no pescoço e nas orelhas. A minha respiração começa a ficar pesada. Tento cravar as minhas unhas nos seus glúteos mas ele impede-me ao segurar-me nas mãos com apenas uma das suas mãos, por cima da minha cabeça.

Começa a percorrer o meu corpo enquanto me beija e me mordisca. Coloca a sua boca no meu sexo e suavemente começa a sugá-lo, a chupá-lo, a lambuzá-lo... contorço-me na sua boca enquanto ele crava os seus cotovelos nas minhas pernas para me proibir de as fechar.

Liberta-me as mãos para se agarrar aos meus mamilos e eu aproveito e agarro-me ao seu cabelo. Puxo a sua cabeça para enterrar cada vez mais a sua boca em mim, empino a minha cintura enquanto ele coloca as suas mãos nas minhas nádegas, ajudando-me assim a estar naquela posição ainda um bocado.

Eu já não aguento mais e cravando as minhas unhas nos seus ombros venho-me. Quando começo a gritar ele tenta tapar-me a boca com a mão mas estando tão arrebatada pelo prazer, que acabo de receber, mordo-lhe o dedo. Ele agarra numa almofada e coloca-a sobre a minha cabeça enquanto me venho pela terceira vez na sua boca.

O meu corpo está arrebentado. Esgazeado de tanto prazer que recebeu. Ardo. Transpiro.
Ele sai de entre as minhas pernas com um olhar possuidor, fogoso. Não o desvia do meu. Limpa a minha excitação do seu queixo e despe os seus calções e se coloca sem mais esperas dentro de mim. Afunda-se em mim. Respiramos fundo a cada pancada que ele depositava calmamente, sentido-me, cada centímetro da minha profundidade.

As minhas pernas tanto estavam por cima dele e de cada lado dele. Rodou-me em cima da cama e com mestria colocou-se novamente dentro de mim. Agarra-me no braço esquerdo enquanto que com a outra mão me puxa o cabelo. Sinto-o ir tão fundo quanto pode.

Liberta-me e eu deixo-me cair sobre a cama, mas mesmo assim ele não me largou os quadris e continuou. As minhas nádegas fervilhavam pois a sessão de palmadas não tinha terminado.

Sinto uma gota de suor que lhe tinha caido do nariz a percorrer desde as minhas nádegas até ao meio das minhas costas. Sinto gotas de suor a escorrer-me pelo peito. Não sei onde me agarrar. Não aguento mais, não aguentamos mais. Viemo-nos em uníssono. Um longo orgasmo. Os nossos corpos entraram em colapso. Tremiam descontrolada-me. O coração desacelerado, respiração ofegante. Que momento. Que foda.

Deixo-o repousar durante um bocado mas pouco depois começo a beijar-lhe o tronco, enquanto enrolo os meus dedos nos seus pelos do peito. A minha mão começa a percorrer lentamente o seu tronco enquanto faço longos e demorados oitos com a ponta dos meus dedos, como que timidamente.

Beijo-lhe o mamilo esquerdo e mordisco-o. Ele olha para mim com um olhar reprovador pois tinha abusado na força. Mas ainda com o mamilo dele entre os meus dentes sorrio-lhe e com a ponta da língua estímulo a sua ponta. Fecha os olhos e deita a sua cabeça para trás. Coloco-me em cima dele e começo a movimentar a minha cintura sobre o seu pénis. Começo a senti-lo endurecido.
- Mas e o jantar, amor?... Tenho alguma fome... tu deixas-me sempre com fome – dizia-me.
- Mas não eras tu o meu jantar? - respondo-lhe com um olhar e sorriso traquinhas.

Coloco-me entre as suas pernas e começo a chupar aquele pénis que rapidamente despertou. Coloco-o dentro da minha boca e percorro-o com a minha língua. Delicio-me com ele. Chupo os seus testículos enquanto lhe dou prazer com a minha mão. Beijo o topo do seu pénis, passo-o pelo meu queixo e depois pelo pescoço, lentamente deposito-o no meio dos meus seios. Estímulo os meus mamilos com o seu pénis.

Ele tenta tocar-me nas nádegas , tentando penetrar-me e estimular-me com os seus dedos mas sem sucesso, pois eu esquivava-me. Com ele entre os meus seios lambuzava o seu topo e lhe fazia movimentos de vai e vem. Eu não aguento mais ao ouvir a sua respiração ofegante enquanto ele diz de forma pesada o meu nome.

Abocanho o seu sexo, colocando-o até à minha garganta. Agarra-me no cabelo e é ele que faz o movimento, ele quer controlar o momento. Deixo-o enquanto vou degustando daquela guloseima que tenho dentro da minha boca. A minha língua percorre-o. Perdemo-nos novamente no momento até que ele se vem na minha boca. Gemo enquanto ele se vem e se agarra à minha cabeça.

Deixa-se cair na cama, tentando recuperar do êxtase sentido. Eu fixo o meu olhar na sua expressão facial enquanto limpo a boca com a ponta dos dedos, os fluidos que restaram lambio-os. Degustei daquele sabor calmamente, enquanto a minha respiração voltava ao normal. Ele estava de olhos ainda fechados e com a sua respiração ofegante.

Eu aproximo-me dele e encaixo o meu corpo ao dele enquanto lhe dou um beijo primeiro nos lábios e depois ao longo da sua cara. Vou elevando o meu corpo ao longo do seu de forma a colocar a sua cabeça sobre o meu peito. Deixamo-nos estar assim até que o sono se apoderou de nós.

Alexa

Alexa

Uma mulher com imaginação para dar e vender.
Sempre gostei de escrever, mas coisas eróticas... isso gosto mais. Levar um homem à loucura através de palavras e da sua própria imaginação. Como adoro...

blog comments powered by Disqus

Inserir Anúncio Gratis