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28 maio, 2018 Aconteceu...

Maus encontros. Quem nunca os teve?

As suas mãos percorrem o meu corpo que ainda se encontra coberto por roupas que começam a tornar-se desconfortáveis...

Aconteceu...

Tudo começa como sendo uma novidade, uma pequena paixoneta... mas na cama é que tudo se vê.

Estávamos a meio de Março e eu cheia de trabalho. Não sei para que lado me virar e como mulher solteira que sou, convites alucinantes é o que não me faltam.
Como escolher o melhor date para o dia? Depende sempre de como eu me estiver a sentir no momento. Se me apetece algo mais arrojado ou algo mais calmo.

Os meus encontros por mais maravilhosos e "românticos" que fossem, nenhum dos homens com quem saía me enchia o olho. Uns opinavam com o facto de eu fumar ou beber demasiado em certos dias, enquanto que outros opinavam porque eu não fazia qualquer actividade física. Uns chatos com conversas chatas!

Na sexta-feira, tinha um jantar com uns amigos e depois iria para um date. Sim... uma noite de "one night stand". Contudo não me chateei muito quando ele desmarcou o nosso encontro para ir ao cinema com os amigos, pois ao estar num jantar de amigos nunca sabemos como a noite irá acabar.

Estava reunida com os meus amigos no restaurante, mas depois de um belo jantar recheado de carne, enchidos e um belo vinho tinto, as coisas começaram a ficar um pouco descontroladas.

Já com alguns copos bebidos e depois de algumas gargalhadas trocadas entre todos, sinto que a Jessica se está a aproximar de mim de forma estranha, mas eu deixo-a estar.
Quando estamos à espera que os cafés fossem servidos a Jessica aparece e senta-se ao meu colo.

- Sentes-te bem, Jessica? - pergunto-lhe num tom surpreso.

Vira o seu rosto para mim e colocando gentilmente alguns dos meus cabelos atrás das orelhas, diz-me:

- Já te disseram que estás muito bonita hoje?

Fico sem reacção. Nunca a tinha visto ou ouvido de tal maneira.

Tomamos o café naquela forma, ela sentada sobre mim. Contudo, ela não parava de se balançar nas minhas pernas.

- Jessica? Mas que pensas que estás a fazer? - digo-lhe.
- Anda... Bebe o café e depois vamos até minha casa. - diz-me prontamente.

Eu estou perplexa. Não sei o que esperar, mas vou ter que acalmar aquela fera lá em casa. Bebo o café tal como ela me disse e observei cada movimento que ela fazia. O Roberto teria que esperar por outra noite ou então por outra oportunidade, pois a minha mente agora estava direccionada para a Jessica. Despedíamo-nos de todos e seguimos até à sua casa.

Já conheço os cantos da casa da Jessica. Enquanto ela correu para a casa-de-banho, eu encaminhei-me até à cozinha para ver o que lá havia para beber e comer. Preparei uma vodka com melancia e gelo com a ajuda da liquidificadora.

Quando vem ter comigo à cozinha a desvairada aparece-me semi-nua. Fico extasiada a olhar para ela. Nunca estive com uma mulher antes, mas ela sim.

Fiquei boquiaberta ao reparar que ela estava ali perto de mim, parada com aquela sua pele morena com uma cor de mel, olhos grandes meios azulados bem cravados em mim e com uma tanguinha rendada branca. Estava tão linda. Tão deslumbrante.

- O que preparaste para nós desta vez? - disse-me com um olhar travesso.
- Tentei inventar algo à pressão, ou seja com o que tenho à mão! - digo-lhe enquanto lhe estico um dos copos - Prova e diz-me o que achas.

Deu um gole e depois faz uma das suas minhentas caretas.

- Ui!... Marisa!! - grito-me - Desta vez abusaste no álcool !
- Se a bebida é inventada também as quantidades o são!! - respondi-lhe entre risos.

Ficámos na cozinha a conversar e noto que ela está cada vez mais perto de mim. Aproximando-se aos poucos. Sinto-lhe a ponta dos dedos a tocar nos meus. Não retiro a minha mão. Estou a deixar o álcool fluir e estou-me a deixar levar.

Bebo o resto que tenho no copo enquanto que a Jessica começa a roçar as suas pernas nas minhas. Ela beija-me sem demoras e eu sem demoras coloco as minhas mãos sobre as suas nádegas. Agarro-as firmemente.

As suas mãos percorrem o meu corpo que ainda se encontra coberto por roupas que começam a tornar-se desconfortáveis. Enquanto ela me vai desabotoando a camisa de forma vagarosa, vai-me depositando igualmente beijos ao longo da barriga, depois em cada um dos meus seios, até chegar ao meu pescoço, onde se enterrou. Mordiscou-o enquanto me puxava os cabelos. Excitou-me à brava aquele momento!

Quando as roupas deixaram de ser um incómodo ela pegou-me na mão e disse-me:

- Na cama estaremos mais confortáveis ...

Apenas acenei, pois estava demasiado extasiada com tudo o que estava a acontecer. O meu cérebro estava tão alucinado com tal situação que se estava a desenrolar, mas o meu corpo estava desenfreado, continuava em frente, sem medir as consequências dos actos cometidos.

Ela deitou-me sobre a sua cama e beijou cada centímetro do meu corpo. Não houve pressas. Pressas havia naquele jantar, mas ali não. Não naquele momento. Não agora.
Senti cada beijo que ela me dava ao longo do meu corpo. Ao movimentar-se sobre mim tentava roçar os seus seios em mim. Eu conseguia senti-los duros e rijos enquanto ela os deslocava livremente sobre mim. Colocou-se entre as minhas pernas e de forma experiente levou-me aos sete céus. Aquela lingua, aquelas mãos, aquela visão que ela me oferecia enquanto me lambuzava. Ela rodopiava as ancas, impulsionava com mais vigor os seus dedos para eu me fazer atingir mais uma vez o orgasmo. Foi alucinante.

Depois do momento proporcionado ela colocou-se em cima de mim. Primeiro beijou-me e depois deu-me a provar a minha própria excitação que estava ainda nos seus dedos. Com a ponta dos dedos lambuzados, enquanto me beijava estimulava-me os mamilos que estavam irtos e firmes depois de tanta excitação sentida.

Ela agora vira-se de costas sobre mim e coloca o seu sexo na minha boca. Agarro-a bem pelos quadris. Cravo as minhas unhas naquele rabo tão perfeito. Estou tão envolvida no oral que lhe proporciono que não dou conta que ela apanhou um dos seus vibradores e começou a brincar comigo. Quando ela achava que o vibrador não estava a fazer o que devia colocava a sua lingua novamente sobre o meu clitoris.

Atingimos novamente o climax, mas não nos ficamos por aqui. Ela sai de cima de mim e coloca as minhas pernas ao seu redor que entretanto se sentou à minha frente. Começa com uma mão a acariciar-me o clitóris enquanto me massajava os seios. Como ela me sabe levar à loucura!

Estou a tentar recuperar o fôlego, porém ela já colocou o strap-on, levantou-me as pernas e começou a penetrar-me inclinando-se sobre os seus joelhos e as pernas. Penetra-me sem esperas. Está tão desalmada quanto eu. Acariciava-me os seios enquanto me penetrava.

Estou a deixar a Jessica usar e abusar de mim mas eu nem me importo, que delicia de noite. Quando dou por mim ela cruzou-me as pernas sobre a barriga e continua a penetrar-me com o strap-on. Enquanto estava a ser penetrada ela lambia, beijava e mordiscava os dedos dos meus pés.

Que sensações! O meu corpo sentia tudo a mil à hora. Não sei quantas vezes atingi o climax ao longo daquela noite, mas que foi uma noite entretida foi.

Demos voltas e baldrocas naquela cama sobre aqueles lençois de cetim. Os minutos transformaram-se em horas e as horas em dias.
Aquela cama foi a minha casa durante as setenta e duas horas seguintes.

Alexa

Alexa

Uma mulher com imaginação para dar e vender.
Sempre gostei de escrever, mas coisas eróticas... isso gosto mais. Levar um homem à loucura através de palavras e da sua própria imaginação. Como adoro...

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