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01 maio, 2015 Maria cheia de graça e de tesão

Só de pensar no que estava prestes a fazer, Maria da Graça ficava toda molhada...

Maria da Graça tinha os seios roliços com uns mamilos pontiagudos num tom rosado. Os lábios de baixo eram da mesma cor, ligeiramente repuxados, deixando antever a abertura esponjosa e folhuda.

Maria cheia de graça e de tesão

Só de pensar no que estava prestes a fazer, enquanto tomava o seu galão no café da esquina, Maria da Graça sentia os sucos a inundarem-lhe as pregas labiais e a carne a inchar-se e a pular como um coração a mil à hora.

O ritual era repetido diariamente, como regra que permitia o dia fluir melhor.

Chegava à Repartição de Finanças às 9 da manhã em ponto, sentava-se no seu guichet, despachava os contribuintes languidamente, sem pressas, nem brusquidão, com uma quase candura. Ia coçando a pele mesmo no centro do decote da blusa branca, no sinal castanho que marcava o centro das mamas - tinha assim a certeza de chamar a atenção para elas e para os mamilos que se enrijeciam mais e mais e ficavam salientes por baixo do tecido fino.

Depois, a meio da manhã, fazia a sua pausa e ia tomar o seu galão com uma torrada no café do Senhor Zé.

Na antecipação do acto, ficava toda molhada. Apertava bem as coxas por baixo da mesa e, se quisesse, podia vir-se ali mesmo, no meio de toda aquela gente, movendo os músculos vaginais e pressionando a carne contra o clitóris. Mas deixava o desejo ferver e crescer, inchar, inflamar-se, atiçando o vulcão que sentia prestes a explodir entre as pernas.

Finalmente, depois de sorver o último gole do galão, levantava-se e ia até à casa de banho, onde continuava a ouvir o burburinho do café. Baixava as cuecas e levantava a saia. Segurava-se à parede com uma mão e empinava o rabo para trás, escanchando as pernas. Metia os dedos pela cona adentro, soltando um suspiro mudo. Depois tirava-os, encharcados dos lismos vaginais, e enfiava-os na boca, chupando-os e desenhando-lhes os contornos com a língua. A seguir, voltava a levá-los à cona e formava com eles um V, com o ponto de junção a segurar o clitóris e o resto a apertar as pregas inchadas por tanto tesão.

Ouvia alguém na casa de banho ao lado e continuava a sentir o burburinho vindo das mesas do café repleto. Estava separada daquelas pessoas desconhecidas por uma pequena parede fina e imaginava-se deitada em cima de uma mesa, com as pernas escancaradas e a cona toda aberta, a ser apalpada, lambida, fodida por todos aqueles estranhos.

Enfiava três dedos na cona encharcada e no mete-e-tira apressado fingia que era uma piça grossa a fodê-la e que havia uma fila de homens entesados à espera para se esporrarem dentro dela.

Lambia a parede imaginando aqueles caralhos todos a esfregarem-se na sua boca e mordia os lábios para não gritar enquanto se vinha. Segurava o orgasmo e prolongava-o, apertando o clitóris na palma da sua mão.

Deixava-se ficar, encostada à parede, por uns segundos. Levava os dedos à boca e lambia os restos dos sucos de si que aí permaneciam. A seguir cheirava-os e respirava fundo, antes de limpar a cona com papel higiénico.

Às vezes, nos dias mais felizes, ainda se sentava na tampa da sanita, soerguendo as pernas no ar, e esfregava o calcanhar do pé direito na cona, para se vir mais uma vez.

Depois de arregaçar as cuecas e de ajeitar a saia, saía do cubículo e lavava as mãos. Passava água pela cara como que para tirar os vestígios do que tinha feito e repunha a máscara da senhora bem comportada.

Atravessava o café com uma leveza renovada e voltava à Repartição de Finanças. No fim do dia, regressava a casa na pele da boa esposa e da mãe dedicada.

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