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27 novembro, 2014 No Motel Part. I....

Ele voltou-me a ligar… Desta vez, quis experimentar algo diferente, dei-lhe várias opções mas ele quis um jacuzzi…

Decidimos que seria a uma terça-feira, desta vez, para não ser sempre no mesmo dia. Voltou a tocar à campainha mas não quis subir, não sei, ainda nem sequer viu a minha nova casa, será que está com medo de entrar? 

No Motel Part. I....

Desci, desta vez, nem sequer me questionei sobre o cumprimento, dei-lhe um beijo rápido nos lábios. Para minha surpresa, quando me afastei, puxou-me e deu-me beijo longo e molhado. Podíamos ter ficado logo ali dentro do carro, não valia a pena ir para o jacuzzi ou algo do género.

Seguimos para o motel, o quarto era grande e engraçado. A cama era estranha, tinha um colchão d’água. A casa de banho era grande com uma banheira gigante, o chamado “jacuzzi duplo”, nunca tinha ouvido falar.

Fez-me uma surpresa e levou uma bela garrafa de vinho tinto. Enquanto esperávamos que a banheira enche-se, tivemos na conversa, mas depressa passou essa parte, vesti o biquíni e “ajudei-o” a vestir os calções de banho.

Senti que desta vez o seu olhar estava diferente, não disse uma única palavra, apenas observava todos os movimentos que fazia. Tirei-lhe a roupa, muito lentamente, ao mesmo tempo que o meu corpo se roçava no dele, senti-o a ficar erecto… Tentei agarrar mas parece que quem controla é ele.

Mandou-me para cima da cama, seminu mas com fogo nos olhos, ele quer-me penetrar mas tem medo que tanto desejo acabe duma só vez. Pagámos por quatro horas, ainda há muito para explorar… Não posso esperar mais para o sentir dentro de mim!

Hoje quem manda é ele, não vou contra o seu desejo… Vira-me de costas e mete-me de quatro, pelo espelho consigo ver que admira as minhas formas. Penetra-me de forma suave, agarra-me as ancas e puxa-me para ele, sinto-o completamente erecto, grande e grosso.

As minhas mamas são um altar nas suas mãos, a forma como as acaricia deixa-me completamente maluca, bastou um pequeno toque para me deixar os mamilos rijos. Não, ele não precisa de indicações sobre o que quero que me faça, todo o toque deixa-me louca de tesão.      

Já não estou de quatro, estou sentada de costas para ele, enquanto sou penetrada. Os meus gritos devem de ser ouvidos pelos vizinhos, não nos conseguimos conter, já esperei demasiado por isto. Ele agarra-me e dá-me palmadas, puxa-me o cabelo e chama-me nomes, mas quando chegámos aquela última penetração, ele disse o meu nome. Puxou-me bem para ele para que juntos pudéssemos sentir um orgasmo explosivo.

April Smith

April Smith

Falar de sexo, sem tabus e sem preconceitos! Esse é o meu objectivo.

 

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