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15 setembro, 2016 Swing Party em França

Uma festa privada, um ambiente excitante, um homem charmoso, que mais poderia eu desejar? Uma verdadeira noite de puro prazer.

Conheci o Pierre como cliente. Foi um episódio interessante o primeiro encontro...

Swing Party em França

Ligou a pedir-me informações e morada. Obviamente não sabia falar e pouco entendia português.

Apesar de tudo, lá veio em direcção a mim, embora meio perdido, conseguiu chegar à rua abaixo da minha. Aí é que se tornou mais difícil, porque lhe dizia por onde devia vir e ele não entendia. Mesmo estando eu a falar inglês que ele bem entende.

Teve então de passar o telefone a uma senhora que estava ali ao seu lado numa loja, a fim de que eu lhe explicasse qual era a rua por onde deveria vir e ela lhe explicasse depois a ele. Foi realmente, uma comédia e eu quase a vê-lo da minha varanda.

Finalmente, lá conseguiu chegar aqui e acabamos por nos rir juntos de toda a situação.

Naquele dia aconteceu tudo como a tradicional forma de trabalhar. Uma massagem, algum humor e um sexo escaldante.

Soube então que ele ficaria por Leiria uns meses, pareceu-me bem.

É um quarentão de físico bem cuidado, charmoso, olho azul e meio grisalho. Parece que tudo combina, acaba por ser muito atraente.

Alguns dias depois voltou a ligar-me. Convidou-me para jantar. Fomos jantar e nessa noite não me veio trazer a casa, seguimos directos à casa onde ele estava e passamos a noite ali. De manhã acordei e fui surpreendida por um pequeno-almoço de fruta fresca e café.

Não sei há quanto tempo não tinha um mimo destes e contam-se pelos dedos as vezes em que os tive. Mas não é desta noite tórrida que quero falar. Porque depois desta ainda tivemos mais algumas idênticas.

Depois de uns tempos a namoriscar, falou-me então das suas aventuras em clubes. Era um frequentador de clubes de swing, um viciado dizia ele. Propôs-me ir com ele a um, quando fossemos no fim do ano a França. Aceitei.

Depressa chegou a nossa viagem e voamos até à noite mais incrível do mundo da fantasia. Levou-me até um lugar onde existia um castelo, palácio, um edifício antigo, mas bem tratado.

Ficava dentro de uma vedação murada e cheia de árvores, a longos metros do portão enorme da entrada via-se a luz moderada que trespassava pelas janelas. O porteiro abriu o portão. Um homem vestido de preto e de máscara negra sobre os olhos.

Seguimos o corredor iluminado por candeias a petróleo espetadas no chão, que se fazia notar entre o relvado e as enormes árvores, chegando assim a um pequeno largo, já com vários carros e onde estacionamos.

Tinha-me pedido que vestisse o que estava na caixa que me tinha oferecido antes de sairmos de casa, um corpete vermelho de renda, uma pequena tanga de conjunto, umas meias de liga, uns sapatos de salto e no fundo da caixa uma máscara. Eu vesti tudo, mas não iria certamente sair assim de casa.

Lá estava ele à porta do quarto a admirar-me e elogiar-me, com uma gabardine branca pendurada no braço. Era o último adereço a vestir.

Assim foi que entrei naquele lugar encantado. Ele pelo contrário, estava completamente vestido, casaco e calça preta, camisa vermelha e uma gravata. Mais formal era impossível e sobre tudo isso, com aqueles olhos azuis a destacarem-se entre a máscara negra.

A porta enorme de madeira trabalhada estava fechada, mas em poucos minutos uma mulher vistosa e sensual de lingerie branca, nos veio abrir a porta.

Na parede do lado direito um enorme espelho com uma moldura clássica fazia-me vislumbrar o esbelto corpo daquela mulher de cabelo longo e negro, entre a fraca luz de um candeeiro de tecto clássico, reflectindo suaves brilhos através dos pêndulos cristalinos, que iam dando brilho e graça àquele hall sombrio.

Deixo a gabardine no cabide e sigo-a. Pernas longas em saltos altos, caminhando à nossa frente indicando-nos o caminho para o salão.

Lá dentro, todas as mulheres vestem branco, é noite de noivas. Entro meio tímida, escolho um sofá num dos cantos da sala e sento-me, apenas observo à minha volta enquanto Pierre vai buscar uma bebida. Os homens olham me sem disfarçar, as mulheres discretamente vão oferecendo sorrisos.

Do outro lado da sala um jacuzzi e uma mulher entre dois homens tocam se e beijam se. A altura do jacuzzi não deixa que consiga ver o que se passa debaixo da água, mas ela está sentada sobre um e tem o outro atrás dela.  

Ao meu lado esquerdo alguns colchões no chão protegidos por uma pequena tenda de tecidos claros e transparentes, e sobre eles dois casais que se envolvem. As duas mulheres de quatro viradas uma para a outra beijando se enquanto os homens as penetram.

No meio da sala algumas mulheres dançam e mimam se. Todo o cenário parece perfeito para ser excitante, mas o que me começa a excitar é notar que os homens continuam a olhar me.

Pierre chega entretanto com as bebidas. Vejo um outro casal movimentar se do bar para o sofá ao nosso lado e pouco depois posso ver perfeitamente como ele a penetra. Cada milímetro daquele pénis entra dentro dela, e é aí que começo a delirar, e sem mais que pensar, sento me sobre Pierre, e desabotoo lhe a camisa, dispo o enquanto me roço nele.

Desabotoo as calças e sinto que está completamente erecto, beija mo nos, e aquele pénis derrapa sobre o meu clítoris em direcção a minha ratinha completamente molhada e excitada, afastando o pequeno fio da tanga que me roça entre as nádegas enquanto ele me puxa para si e nos encaixamos ali mesmo, em frente a todos eles, rebentando me de tesão e prazer.

Carla Felício

Carla Felício

Olá, sou a Carla Felício, não confundir com felácio! Felácio também é bom, mas não para aqui chamado agora. 

Sou massagista e bloguista. Não perguntem sobre o que escrevo, passem a ler.

Sou uma miuda tímida, mas adoro despir-me de vergonhas e pudores e transformar-me numa desavergonhada marota!

+351 916 158 030

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