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23 novembro, 2013 Um negro na noite, Ep 1 ao Ep 5

   * PRIMEIRO EPISÓDIO *

Estava sentado ao balcão do Bar que havia junto do meu prédio. Tipicamente inglês era frequentado pelas classes médi e média-alta. Estava repleto. As conversas tornavam-se murmurios abafadas que eram pela musica suave atirada por uma bateria de altifalantes. Nas paredes-cinza reproduções de quadros antigos da vida britanica da época vitoriana. Luzes dirigidas, em movimento brando, pareciam compassar os ritmos envolventes. Bebia, vagarosamente, o meu primeiro Dimple.

Um negro na noite, Ep 1 ao Ep 5

    * SEGUNDO EPISÓDIO *

Estava só e era sábdao. A Isabel, hospedeira da TAP,com quem eu tinha uma relação aberta de alguns anos, fôra de viagem. Ambos venerávamos Sexo talvez daí a longevidade do "affair".

Diante de mim um jovem,com cara de menina, não parava de me fixar.

Achei graça mas não estava muito disposto. Max, o barman, velho conhecido de muitos carnavais segredou-me: "- Ó dr. aquele borrachinho..." Ri e voltei aos meus pensamentos perdidos quando senti um toque. Virei-me. Alguém se sentara no banco ao lado e desfazia-se em mil perdões.  "- Esqueça. Acontece..." e bebi mais um gole.


  * TERCEIRO EPISÓDIO *

Olhei-o. Era um negro de corretas feições caucasianas. Alto.
Emanava um perfume que parecia condizer com o fato azul de seda. Uma camisa, imaculadamente branca, aberta que deixava ver uns poucos cabelos corporais. Pediu um Blood Mary e perguntou se eu bebia algo. A conversa, inevitável, veio de seguida. Era engenheiro aprónomo na FAC e natural de Moçambique. Falava fluentemente com gestos hábeis e controlados.


  * QUARTO EPISÓDIO *

Reparei nos seus lábios. Carnudos e bem definidos. Quando falava ou sorria, para lá deles, uns dentes alvos e iguais. Iamos trocando banalidades quando alguém me fez girar. Um beijo no pescoço. "- A Isa foi de viagem. És um viuvo..." Era a Luisa mulher dum velho amigo.

Abalou. Ao mover-me toquei na perna dele. Foi altura de ser eu a desculpar-me. "- Até gosto.. Deixei deslizar a mão. Facilitou abrindo as pernas. Cheguei à braguilha. Do outro lado o rapaz cara de menino era o unico a entender o que se passava. Afaguei o seu sexo que senti
ser grosso e grande. Estava duro.       


  * QUINTO EPISÓDIO *

Continuei a festejá-lo. Cada vez estava mais duro e maior.

Apeteceu-me tirá-lo para fora e chupar até sentir o seu néctar a encher-me a boca. Contive-me. Retirei a mão. Foi a sua vez de ele me afagar o pénis. Fê-lo magistralmente. Eu estava quasi a vir-me.
Recreava-me os testiculos com afago de sabedor. Tirou a mão. Bebemos um golo para descontrair. Seria? Não! Aquela caminhada já era irreversivel. Levantei-me e dirigi-me aos lavabos.

Lingua de Radar

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