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23 novembro, 2013 Um negro na noite, Ep 14 ao Ep 18

   * DÉCIMO QUARTO EPISÓDIO *

Entrámos em Caxias, passámos o arco-exterior da Quinta do Reformatório e chegámos ao Alto do Lagoal uma zona de moradias apalaçadas. O Mercedes estacou e um portão eléctrico abriu-se lentamente. Da piscina vinham risos de brincadeiras. Carro arrumado eis-nos chegados. Margot e o casal francês vieram ao nosso encontro. Estavam em fatos de banho e, numa rápida visão, constatei que a mulher do Emidio era uma trintona com um corpo divinal. Michelle, a francesa rondava os vinte e era uma ruiva sardenta emanando sexo. Paul, o namorado, andava pela mesma idade e tinha um corpo trabalhado. Com um calção de banho bem justo mostrava uma saliência proficua entre as pernas. Margot repararara no que eu reparara. Deu-me o braço tal velha amiga e murmurou:  "- Gostaste?"
Disse-lhe que sim. "- Então quando o vires teso..." E lá seguimos, em bando, rumo ao salão onde uma mesa composta e recheada nos aguardava.
Passado o alpendre com paredes bordados com tipicos azulejos portugueses. Num poleiro uma arara dera-nos as boas-vindas. Emidio, lambendo-me o ouvido: "- Que tal a Margot?" "- Fóra de série!" Riu-se:
"- E na cama? Um vulcão!"

   * DÉCIMO QUINTO EPISÓDIO *

No vasto salão, entre petiscos e conversa-mole, as gargalhadas e bravatas picantes dominavam. Alinhei numa sande de leitão e uma salada de frutas. Não tinha fome nem, por ora de charrar. Os outros já iam nessa. Mobilada com uma mesa castanho a todo o comprimento e em redor cadeiras e maples de couro. Nas paredes apliques que lançavam um luz difusa, envolvente convidava a actos mais atrevidos. Um piano de cauda ao fundo era tocado pelo Rui.
Tangos que o pessoal dançava. Porém, no canto escondido na penumbra Helen beijava sofregamente a cona de Margot enquanto esta mamava a moca do francês que, realmente, era descomunal. Alguém me poisou o braço pelos ombros. Esa o Emidio: "- Erva ou branquinha?" "- Mais logo."  "- Ok. Vou mostrar-te a casa." Nesse momento um urro misturou-se com um gemido de prazer. A cara de Margot estava banhada de leite. Helen abandonou-lhe a vagina e saltou para ainda pingava do Filipe. Do outro lado o cara-de-menino jogava em notas feitas musicas o compassado "À média-luz." Emidio e eu começámos a subir a escada.


   * DÉCIMO SEXTO EPISÓDIO * 

Era uma escadaria larga que
terminava num espaçoso corredor ladeado por sofás veludo-verde. Nas paredes pequenos quadros com imagens pintados em madeira de carvalho.
Eram magnificos.Emidio explicou-me:  "- São autenticos. O pai do meu sogro era de Bruges e negociava em arte. São pinturas da Flandres do SEC.XVl." Indaguei: "- Bolas! Devem valer uma fortuna..."  "- E valem.
São raros. E não te esqueças que o vosso primeiro rei teve uma filha que foi casada com o Duque da Flandres." Desconhecia. O corredor era ladeado por quatro quartos todos com banheiro privativo. Camas de casal, guarda-fatos embutidos, dois maples, uma escrivaninha, tv, rádio, telefone. Enfim suites próprias dum Hotel de Luxo.


   * DÊCIMO SÉTIMO EPISÓDIO *

Ao fundo o quarto dos donos.
Entrámos. Era enorme. Ao centro um leito gigante. O teto e as paredes era espelhos que davam ao espaço uma maior profundidade. Um banheiro com um jacuzzi para quatro pessoas. A porta abriu-se. Uma morena linda côr de pecado. Um corpo torneado e escondido por um vestido leve marron. Emidio apresentou-nos: "- É a Mimosa. A nossa governante." Uns seios esculpidos e um par de pernas... Num português do brasil saudou-me. Emidio piscou-me o olho e saiu. Deixou-me só com aquele pedaço de mau caminho. Abracei-a. Não resistiu e as nossas linguas trocaram caricias dentro das bocas. Sabia a mel. Baixou-se. Abriu-me a braguilha e começou a lamber o meu pau. Tirei as calças e senti a sua lingua a percorrer, magistralmente o meu cu. Levantei-a e levei-a para a cama. Os espelhos eram as unicas testemunhas e não eram de Jehova...


   * DÉCIMO OITAVO EPISÓDIO *

Saquei-lhe as mamas, perfeitas, para fóra e chupei-lhe, àvidamente, os mamilos. Ela lambia-me os ouvidos, as faces enquanto me afagava os cabelos. De repente, virou-se e implorou: "- Me mete na bunda. Todinho meu bem..."  Respondi ao seu apelo e enfiei-lho todo no cu. Não sei se gritava de gozo ou se latia como cadela com cio: "-Ai quêrido. Se venha para dentro do seu bem..."
Não aguentei e vi-me no seu cu. Então virou-se. Entre as pernas abertas, bem erecto, um caralho grosso. Sorriu. Mimosa era um travesti. Surpreso e saciados ficámos, lado a lado, nus, estendidos na cama enquanto afagávamos os sexos. Já estivera e muitos conhecera mas travestis tão femininos-macho, como a Mimosa, nunca. Era, sendo homem,
uma perfeita mulher...       

Lingua de Radar

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