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19 abril, 2017 90 gajas a foder antes dos 90 (Parte 10)

Diz-me com quem fodes, dir-te-ei quem és!

Sexo não tem de se resumir a uma pessoa e uma cama. Isso é como reduzir a gastronomia a bife com batatas fritas sempre da mesma maneira. Ora, tal como um bife pode levar molho, diferente guarnição e ser comido com as mãos, também o sexo pode ser degustado de várias maneiras.

90 gajas a foder antes dos 90 (Parte 10)

Este artigo exigiu alguma pesquisa online para ficar a saber onde é que o pessoal gosta de andar a meter, como, em quem e em quantas. Talvez todas estas ideias e sugestões de género de gaja já vos tenham surgido de forma isolada, mas voltando à analogia gastronómica, quando olhamos para um conjunto de pratos numa mesa de buffet a coisa ganha outra vida, certo? Esta lista poderia continuar de forma interminável, porque há mais formas de foder do que fazer bacalhau (está difícil sair desta cena da comida!).

UMA FEIRANTE

Mais uma voltinha, menina não paga, mas também não anda. Talvez assim seja, mas a feirante na cama, é gaja para fazer do nosso caralho o Salta-Montes Louco e mamar na fartura que nem uma loba da Alsácia esfomeada. Pessoal cuja profissão se assemelha à de um nómada, por norma, gosta de mandar a sua fodeca por onde passa. A feirante, tal como o seu congénere masculino, também tem direito ao amor de ocasião, certo? O fodido de comer a feirante é que temos de ir à feira para a engatar. E como é que se mete conversa de engate com uma feirante? “Duas fichas e um broche, se faz favor!”? Nada disso. É apanhar a mulher a desmontar a sua tabanca e oferecer ajuda. Uma feirante não deixa de ser uma gaja, certo? Elas gostam dessa merda. Depois é só mandar o barro à parede com algo do género “agora que desmontámos o carrossel, que tal irmos montar o meu caralho para dares uma volta?” Talvez leves um murro nos dentes, mas também podes ganhar umas fichas extra para os carrinhos de choque.

UMA GAJA SEM UMA PERNA

As pernetas desta vida dividem-se em dois: as com ou sem prótese. Como nem tudo é endinheirado para comprar uma perna de robot depois de ter pisado uma mina, vamos assumir que existe uma perna em falta e pensar em todas as vantagens sexuais que isso nos pode trazer (e a ela também!). A gaja sem perna (uma apenas, não vamos tornar isto mais estranho do que já é!), padece de uma condição que carece de um carinho especial na cama. Nada de pôr a mulher de quatro, caso contrário, parece que estão a foder um cão que está a mijar. Se isso vos dá tusa, quem sou eu para criticar? Ficar por cima também deve ser fodido para caralho e é precisamente com o caralho fodido que acabas se ela se desequilibra e aterra de coxa em cima do zarolho. Não inventem: missionário e de lado. Já basta um de vocês não ter perna, não é preciso partir a terceira de um homem.

UMA GAJA SEM UM BRAÇO

Nem só de falta de pernas o sexo vive, pois também a maneta tem direito à vida depois de algum infortúnio da sua vida. Diz-se que é tudo brincadeira até alguém perder um braço, mas neste caso, já não há nada a fazer. Não sejam muito exigentes com a maneta. “Mama-me no caralho e toca-te!” ou “usa as duas mãos” é capaz de ser fodido de se ouvir. Em vez disso, metam-na de quatro (esta já pode), dobrem-lhe o braço (o que existe!) e rebentem a menina como se não houvesse amanhã. Gaja sem braço, é cona que gosta de ser fodida à bruta. Garantido.

UMA GAJA ENDINHEIRADA

Engatámos Sua Alteza a Rainha do Sabá, foi? Parabéns. Não se deixem enganar pelo trato de classe superior, estas gajas são umas devassas de primeira. Está para nascer a primeira ricaça que não goste de se mimar com um bom caralho de marca. É normal ela tratar o parceiro por você, mas “você” só tem é de a tratar abaixo de cão na cama porque farta de cavalheiros que a fodem durante 30 segundos em missionário está ela farta. Assim que o cheiro a javardaria entra naquele nariz empinado, é “fode-me como se fosses angolano” para cima. Aproveitem. E se puderem, vão-lhe à carteira antes de saírem. Ela não vai reparar.

UMA GAJA TESA

Também a Gata Borralheira gosta de agarrar noutro pau que não seja o da vassoura. O que falta à tesa em guito, sobra em performance sexual. Já bastam todos os problemas que esta mulher tem na vida, para não se libertar na hora de levar com a barra de carne pela cona acima. Fodam-na com gana, caralho. Ela precisa de ânimo, esperança e um caralho amigo onde mamar nas piores alturas. Um bom gesto que podem fazer é levar um cabaz de compras à tesa e, com isso, talvez aliviar um pouco o sufoco do mês. Depois enfiem-lhe o caralho na boca, sufoquem-na e arrebentem-lhe o “cabaz” com o vosso teso.

Ah, foda-se! O que seria de mim sem estes trocadilhos?

Até domingo e boas fodas.

Noé

 

Noé

Noé

Trintão miúdo de coração ao pé da boca. Perdido em fantasias concretizadas e concretizáveis apenas preso por amarras do anonimato. Relatos passados de opinião libertina é um santo pecador por excelência.

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