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15 março, 2017 Bombas de ar, comprimidos azuis e outras coisas mais

O tamanho da picha está para os homens de forma inversa a que o peso está para as mulheres.

Eu queria mais uns centímetros de nabo. Estou a ser sincero. Não que alguma se tivesse queixado, mas se o Criador (de pichas, digo eu!) me tivesse agraciado com mais carne lá em baixo, eu não me ia queixar.

Bombas de ar, comprimidos azuis e outras coisas mais

Não tenho caralho de actor porno. Aliás, ninguém tem. Aquilo não são caralhos, são deformações genéticas do caralho no caralho. Vocês já os viram, tanto como eu. Não vale a pena virem com a conversa de “no porno, nunca reparei nos caralhos dos actores!”. Como não? Ocupam metade do ecrã!

Não vale a pena competir em termos caralhais com os actores mas, em termos mediamente comuns, todos almejamos a ter um nabo maiorzinho. Um que saques em frente a uma gaja e ela diga “wow… tens de ter calma!” em vez “ah, olha… que coisa tão gira para dar miminho!”. Uns centímetros a mais de nabo eram justamente o que precisávamos para que a nossa confiança fosse cimentada, certo? Talvez sim, talvez não. Mais importante que o ter maior, é tê-lo rijo, duro e imponente quando chamado ao terreno de jogo.

Do que nos serve um bacamarte victoriano entre as pernas se o mesmo se assemelha a uma anaconda morta por caçadores furtivos?

Qualquer homem tem o poder de pôr o seu caralho no seu máximo esplendor, da mesma forma que um bodybuilder consegue mostrar o melhor músculo de si mesmo. Contudo, nem sempre o tolas responde ao chamamento conal e acabamos por meter em campo um suplente: o meia-casa. Se a coisa não vai lá com alguma introspecção sobre a origem do problema, a ciência tem a sua resposta: comprimidos. Muito adoramos nós de meter merdas na boca para resolver os problemas de querer meter cenas na boca para resolver o problema de outrem. Viagras, Kamagras, Cialis e afins. Ou até mesmo aquelas bombas fajutas que se vendem nas sex-shop. Eu prefiro mil vezes ir comprar um dildo negro de 50 centímetros a uma sex-shop e dizer ao funcionário “acha que esta cadeira fica bem na minha sala?” do que passar pela vergonha de comprar uma merda dessas.

Mas cada um sabe de si.

Eu já experimentei o Kamagra (primo das barracas do Viagra). Veio na forma de gel comestível com sabor a fruta. Não é para esfregar na piça, é para comer. Entendido? Espero bem que sim. Aquilo realmente deixa um gajo mais ruborizado, mas a tesão em si, é a mesma. Fodi como antes. Nada de mais. A única coisa diferente que notei em mim, foi ter acordado a meio de noite com o tarolo a servir de poiso para qualquer bando de pássaros que quisesse descansar um bocadinho da migração para Sul.

Deviam experimentar uma vez. Tipo sushi. Não fazer disto algo necessário para todas as fodas, caso contrário, estarão sempre dependentes de medicação para foder. E todos sabemos que a única médica que precisamos é a senhora Doutora Cona.

Se for para dar um “boost” à vossa confiança, porque não?

Até domingo e boas fodas.

Noé

Noé

Noé

Trintão miúdo de coração ao pé da boca. Perdido em fantasias concretizadas e concretizáveis apenas preso por amarras do anonimato. Relatos passados de opinião libertina é um santo pecador por excelência.

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