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29 Septiembre, 2019 Degustar um cu de faca, garfo e babete

.Quando um cu quer ser comido...

Muito gostam as revistas escritas por intelectuais mal fodidas para donas de casa mal fodidas, em fazer da foda uma coisa artificial: o anal, o oral, o clímax, o esperma, o pénis e a vagina. Não, minhas senhoras: comer-lhe o cu, fazer um broche, a esporra, o caralho e a cona.

Degustar um cu de faca, garfo e babete

“Ai, tanta palavra feia!”. Não, minhas senhoras. Feio é tratar isto como uma aula de educação sexual do ciclo preparatório aos 30 anos de idade. Feio é achar que no que à foda concerne, temos de ter cuidado com o que dizemos, como dizemos e como fazemos. Isso é que é feio como o pénis. Peço desculpa, feio como o caralho. Digam-me lá que raio de tesão é que dá a um gajo ouvir “queres fazer anal comigo?”. “Bora fazer sexo oral?”. E um “adoro o teu pénis erecto todo dentro da minha vagina”?

É de um gajo vestir-se e ir-se embora para casa.

Agora que tirámos estas merdas do caminho, como é que se deve propôr a uma senhora em comer-lhe o cu como deve ser? Ora, como em tudo, cada caso é um caso pois cada cu é um cu. O cenário ideal, e todos os homens vão concordar comigo, é um gajo não ter de pedir nada. Eu também quando vou jantar fora, espero que a mesa tenha os talheres postos e não os tenha de pedir, certo? Aliás, isto devia ser como nos restaurantes: um gajo despia-se, ficava com ele teso e ela passava-nos um menu para as mãos:

“Ora, o prato do dia é cona. Sempre agradável. Temos também cu na carta e para entrada, um tipico broche à casa. Para terminar, e para os mais gulosos, recomendamos uma esporradela na boca”.

Penso que todos concordamos de que isto era sensacional, mas como não vivemos num mundo perfeito, vamos ter de dividir em quatro categorias esta questão de comer o cu:

1) As que gostam de levar no cu e fazem questão de o dizer na cara de uma pessoa.
2) As que não gostam de levar no cu e tratam o acto como uma “prenda” de dia de aniversário, natal ou dia dos namorados.
3) As que nunca levaram no cu e não sabem se gostam ou não.
4) As que não gostam de levar no cu, não estão para aí viradas e vão acabar solteiras até ao final dos seus dias.

Sei que todos queríamos ter uma devassa nos lençóis em casa que fizesse dos cones de estacionamento autênticas cadeiras do IKEA, mas nem sempre é assim. E ainda bem, porque ter uma gaja que enfia cones de trânsito na peida é esquisito demais. Mas ali um ponto entre os cones e o “gosto de levar no cu ocasionalmente” é o ponto ideal. Quando existe uma intimidade maior entre um casal, a coisa pode ser discutida em tom “light” para ambos os lados entenderem o outro melhor para se chegar a um consenso. Isso, apesar de menos sexy, é bastante positivo. Mas se não houver essa abertura, um gajo (porque é gajo e é estúpido), vai tentar meter “o menino” à socapa enquanto a tipa está de quatro. E isso tem dois resultados:

1)“Ai sim… gosto… mete-o… todo…”
2) “Foda-se, mas o que é que estás a fazer??? Tira já isso daí. SE EU GOSTO DE LEVAR NO CU? E TU? GOSTAS?”

Pois é. Quem nunca? Eu sou adepto da abordagem mais táctica e militar: de quatro, pôr-lhe carinhosamente o dedo no cu aos poucos, estimulando-a. Vejam a reacção. Estudem o movmento do corpo. Depois, passar a cabeça de caralho ao de leve lá e rir para ela. Novamente, ver a reacção da menina. Se nestas duas investidas não notaram que houve objeções, pelo menos têm algo para argumentar caso ocorra o ponto 2).

Mas nada como um “foda-se, come-me o cu todo, caralho!”, certo? Certíssimo.

Até quarta e boas fodas na cona e no cu.

Noé

Noé

Noé

Trintão miúdo de coração ao pé da boca. Perdido em fantasias concretizadas e concretizáveis apenas preso por amarras do anonimato. Relatos passados de opinião libertina é um santo pecador por excelência.

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