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28 janeiro, 2016 A sede de Verónica

Escondeu-a entre as mamas grandes numa punheta apertadinha e suculenta...

Verónica precisa de companhia à noite. Sem sexo não consegue dormir. Rebola-se na cama sem descanso. E quando não está a fingir que estuda numa Universidade, engata em bares. Não saberia dizer o que a moveu naquela noite...

A sede de Verónica

Verónica fingia que estudava numa Universidade pública. Quando não fingia, engatava em bares.

Não é que seja uma profissional do sexo. Só não sabe o que mais poderia fazer. É como o hábito de lavar os olhos de manhã, para acordar.

Precisa de companhia à noite. Sem sexo não consegue dormir. Rebola-se na cama sem descanso. E só de madrugada, depois de se ter masturbado duas ou três vezes, é que as pálpebras se convencem do sono.

Não é difícil arranjar um homem. Ou uma mulher. Não é esquisita. Não lhe agrada a perfeição. Atraem-na sempre os pequenos defeitos. Ou os exageros inesperados.

Não saberia dizer o que a moveu naquela noite. Era um caloiro de Sistemas de Informática. De cabelo comprido. Loiro. Liso. Dançava a cair de bêbedo na pista, com um copo de cerveja na mão.

Verónica também não estava na mais sóbria das noites. Encostou-o a uma parede e beijaram-se como cães com cio. Mais umas gramas de álcool e ter-se-iam comido mesmo ali, em pleno bar.

Da madrugada de sexo, ficaria a lembrar-se da curiosidade de o preservativo se ter perdido dentro dela. Quando ele saiu de cima do seu corpo, após se terem vindo à vez, deram pela falta dele.

Ele tentou encontrá-lo com os dedos dentro dela, em vão. Primeiro riram, depois preocuparam-se.

Finalmente, ela conseguiu esfuracar o canal esponjoso até o encontrar. Riram de novo, e a seguir preocuparam-se. As doenças e os filhos não desejados. Adormeceram.

De manhã, Verónica tentou fugir, protegida pelo ressonar vindo do corpo pálido e nu. Vestiu-se como uma traça se espreguiça.

E ele acordou, puxou-a para a cama, arrancou-lhe a roupa, arrastou-a para cima dele. Estava teso. Sentou-se nele, bamboleando como uma cobra cautelosa.

Ele tinha a pele do peito muito branca, sem pêlos, tenra. Mordeu-lhe o mamilo rosado e não resistiu a apertar mais do que ele suportaria. Deu um grito quase feminino e apertou-lhe o pescoço, aumentando o ritmo do vaivém dentro dela, enquanto a insultava.

Verónica cuspiu-lhe o rosto e foi tomada pela onda que não se domina, que nos navega e desenrosca, em câmara lenta, indefinidamente, por todos os veios do corpo.

Ele tinha as mãos agarradas às suas mamas, agrilhoadas, segurando apenas uma pequena parte delas, enormes, com os mamilos saídos como pequenas azeitonas rosadas.

Ela atirou-lhas para cima da cara e ele chuchou-as como um bebé, gemendo enquanto ela lhe chamava nomes e se esfregava nele.

Verónica ajoelhou-se entre as pernas dele e chupou-lhe a piça, esfregou-a nos mamilos, vergastando as mamas com ela, como se fosse um chicote. A seguir escondeu-a entre as duas tetas grandes, apertando-as com as mãos, numa punheta apertadinha e suculenta.

Enquanto a piça subia e descia entre as mamas, ela deixava-a entrar na boca num beijo bem molhado em que dava rédea solta à língua.

E quando já o sentia a despojar todo aquele tesão para cima das suas curvas, acelerou a punheta de mamas até o fazer vir.

Acolheu todo aquele leite morno nos lábios, deixando-o escorrer para cima das monumentais tetas de onde o lambeu depois, como a uma sobremesa doce.

Deixou-o a dormir, na segunda tentativa de fuga bem-sucedida, e foi para casa com aquela sede que nunca saciava.

Meteu-se na banheira e tocou-se como mais ninguém sabia, lambendo as mamas que pulavam para fora da água enquanto se deixava vir devagar e prolongadamente.

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