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23 novembro, 2013 Um negro na noite, Ep 34 ao Ep 38

   * TRIGÉSIMO QUARTO EPISÓDIO *

Era hora de bazar. A  "velinha do Avô",juntamente com umas ganzas, desinibira os comparsas. Trocaram-se telefones. Combinaram-se  "jogos". À porta, na despedida, Duarte segredou-me: "- Temos de repetir a festa..." - Claro, amigo Duarte,esta noite foi só um treino." Um abraço de "até breve" e sob um sereno amigável voltámos ao carro. No banco trazeiro Mimosa reconfortou-se em mim. Senti os bicos duros dos seus seios. Beijou-me a face: "- Você é mesmo pilantra..."  Acenei que sim. Em silencio chegámos a casa. Subimos a escada e cada um foi para o seu refugio.
Mimosa voltou ainda eu me banhava. Um toalhão azul-marinho limpou-me e cobriu-me.

   * TRIGÉSIMO QUINTO EPISÓDIO *
  
De bikini florido, sentada na cama falou: "- Trago um gostozinho p'rá você!" Numa madeira de castanho dois fios de branquinha. Fomos lestos no snife. O efeito chegou a seu tempm e uma sonolência faseada deu lugar a uma lucidez induzida.
Despidos de roupa e preconceitos demos azo a trocas conjugadas de caricias. Mimosa chegara ao climax. Beijava-me por todo o corpo. A sua lingua aveludada percorria os mais intimos precursos do meu corpo. Um infindável botão de rosa levou-me a uma erecção total. Senti o seu falo duro e direito. Um sessenta e nove prolongado levou-nos ao extasiamento. Viémo-nos em simultaneo. Sem um ai. Puxou-me a cabeça e as nossas bocas trocaram os nossos sémens. Deitámo-nos de costa respirando o momento vivido. Levantou-se. Breve voltou. Com ela uma cerveja bem gelada e um prato de figos secos. Bebi em goles lentos.
Depois com um lençol a cobrir-nos Mimosa voltou ao relato da história que queria eu compartilhasse. Liguei a aparelhagem. "Boleros em Surdina", orquestra de Henri Mancini, toldara a penumbra dum quarto a  dois. 


   * TRIGÊSIMO SEXTO EPISÓDIO *

"...e num dia de muito calor ao pegar-me nas aulas parou, na lagoa da Fazenda, e fomos nos banhar".
Acendi um cigarro. Continuou:      "- fomos nus. Uma cachoeira jogava  água cristalina. Deitámo-nos à sombra dum janrcarambá em flor. Peguei no sono. Depois..."   Depois Mimosa acordou sentindo um enorme um  enorme prazer. Raul, o cunhado, lambia-lhe os colhões e o sexo. Estava a gostar por isso fingiu dormir. Olhou o sexo erecto do marido da irmã e não resistiu. Chupou-o até mais não. Só parou quando sentiu o leite a invadir-lhe a boca.  "- Sabe, meu bem, gostei à bessa aquela leitada. Então enquanto engolia tudo pegou no meu troço e foi a vez de eu me esporrar em sua boca". Narrou-me que a cena durou vários meses.
E seguiu:  "- Um dia pediu-me para me virar. Untou-me o rabo e meteu-mo todo cu!" Suspirou:  "- Senti-me anjo nas nuvens..." Testemunhas, daquele precurso, só a lagoa, a cachoeira que cantava água e um jancarambá em flor.               


   * TRIGÉSIMO SÉTIMO EPISÓDIO *
  
"-E como aparece o Emidio?" questionei.  "- Ele e o meu cunhado foram colegas nos States. Um dia apareceu por lá para acompanhar os trabalhos de campo. Era um negro bonito,bola branca. Papai gostou do cara e convidou-o a ficar uns tempos no Casarão. Era especialista em gado e nós tinhamos mais de doze mil cabeças." Agora o filme tornara-se mais visivel. De tal forma que Mimosa, Raul e Emidio se tornaram inseparáveis. Sexualmente entretinham-se uns com os outros. Mimosa: "- Mas certa noite escutei um ruido estranho vindo do quarto de maninha. Pé ante pé fui enchergar..."  E prossegue enquanto me afaga o sexo:  "- Então vi maninha chupando o pau de Emidio enquanto este dava o seu na de Raul.
Depois meteram os seus pénis no cu e na buceta de maninha. Então ela gritou que também queria na boca." Mimosa faz uma pausa. Bebe um pouco de cerveja. Ageita os cabelos: "- Não resisti ao apelo de maninha.
Entrei no quarto e enfiei-lho todo na boca. Ela viu quem eu era. Ah. o meu guri. Vi-me como um cavalo. No dia seguinte voltei ao Colégio. As cenas continuaram"


   * TRIGÉSIMO OITAVO EPISÓDIO *
  
Eram cinco da manhã. Continuámos à conversa. Não era só mais uma história. Era a historia de Mimosa, rapaz-rapariga, um "CD". Perguntou-me: "- Está fatigado?". Olhei-a: "- Contigo? Nunca". Sorriu agradecida. Levantou-se e uma cerveja, bem gelada, apareceu na minha mão. Aconchegámo-nos. A conversa ia prosseguir:     "- Naquela altura comecei a vestir, às escondidas, roupa de minhãs irmãs e a usar suas pinturas. Adorava ver-me assim. E continuava a fazer sexo com maninha para Raúl ver e masturbar-se". A narrativa de Mimosa continuou. Assim já Emidio abalara o pai começou a aperceber-se que algo se passava com o seu filho. A irmã, a custas suas, mandou-o para os Estados Unidos estudar Sociologia e fazer um tratamento hormonal. "- Tinha desasseis anos. Gostava de me arranar menina e ser homem-mulher ao mesmo tempo..."        Agora o sono batia-nos à porta. Deu-me um beijo:    "- Eu amo você." A  musica escoava-se com o fumo dum cigarro. Um novo dia nascia.
Fechava-se mais um ciclo dos muitos ciclos que a vida tem.

Lingua de Radar

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