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23 novembro, 2013 Um negro na noite, Ep 49 ao Ep 53

  * QUADRAGÉSIMO NONO *
 
Dormi bem como habitualmente.
Raios de luz tardios penetravam trazendo,ao aposento, um ambiente agradável para quem acorda recuperado dum dia passado repleto de vertigens. Sorri ao recordar os momentos vividos. Estava sem as calças do pijama e o lençol enrrolado. Melhor: estava tesudo. Eram três da tarde. Alguém entrou: "- Ainda na caminha? Tem aqui o pequeno almoço." 
Era a Benvinda e colocou o tabuleiro aos pés da cama.  Vi que olhava o meu pau. Era mesmo boazona. Perna grossa. Chamei-a. Veio até mim e sentou-se. Puxei-a e enfiei-lhe a lingua na boca ao mesmo tempo que punha de fora aquele par de mamas avantajados. Chupei os bicos e a minha mão percorreu-lhe a pentelheira felpuda. Meus dedos penetraram aquela cona gostosa que eu já conhecia. Estava bem molhada. Tirei-lhe a tanga. Voltei-a e démos forma a um sessenta e nove prolongado. 
Esporrámo-nos juntos e as nossas bocas náo engeitaram intimas seivas. 
Arranjou-se e saiu. Virei-me para o outro lado e voltei ao mundo dos sonhos. Na boca o gosto da sua rata. Ao fundo um pequeno-almoço que jamais seria.

   * QUINQUAGÉSIMO *
 
Seis da tarde uma tarde que se esvaía na noite chegante. Tinha de voltar a casa. Na 'sala de estudos' convivia-se alegremente. Agradeci os aplausos com que me brindaram e servindo-me dum Jack Daniels puro. Uma espécie de mata-bicho.  "- Seu safado!" alguém comentou. Risos. Mimosa, Carina e Eddy continuavam a bisbilhotar o passado. Entrei no 'debate' expondo as minhas ideias sobre novelas-tv. Agradou a Carina ou não fosse ela figura assidua nas mesmas. Não sendo espectador atento do género referi duas excelentes. 
'Kananga do Japão' e 'Os Emigrantes'. Carina entrara na primeira. Não me recordava o que, também, não era importante. Chegara a hora da abalada. Ofereceram-se para me dar boleia. Aceitei evitando que, o jardineiro que era igualmente motorista, fosse levar-me. Despedidas e lá abalámos os três rumo a Lisboa.    


   * QUINQUAGÉSIMO PRIMEIRO *
 
Estavam hospedadas no Hotel da Lapa. Corremos a auto-estrada Caxias-Lisboa e aceitaram o meu convite para jantar. Eram fans, tal como eu, da comida italiana. Logo o Frascati foi o escolhido. Finda a refeição o regresso à base. Fomos até ao hotel para um último copo. Depois dum bate-papo rudimentar no Bar, Carina com um sorriso malandro abriu as pernas e, disfarçadamente mas para que eu visse, meteu os dedos na conaça. Depois chupou-os um por um. Entesei-me. Que 'buceta!' Quanto pêlo! E vieram uns "Marraquexes-autênticos". Depois um salto até ao quarto. Meia-noite. A empregada dos quartos, morenaça mamalhuda trouxe Drambouy para misturar com Scotch velho. Eddy atacou-a. Tirou-lhe as cuequinhas e à vista de todos uma pentelheira que até o Pinhal de Leiria iria invejar. Breve as nossas roupas saltaram. A nudez tomou o ambiente. A cama foi o destino. Alguém me mamava e de que maneira. Eu lambia, ferozmente, os pêlos e os   'para lá' de Sofia a empregada. Esta engolia o pau de Eddy que, presto, se veio na sua boca. Carina, que era quem me chupava, enfiou-lhe a lingua toda comendo tudo. E gritou:  - Me fode moleque!"   Enfiei-lho até aos tomates e joguei-lhe uma nhanhada logo saboreada, no local de origem, por Eddy. Saceados cada  um seguiu o seu destino. Um taxi levou-me a casa.                 
 

   * QUINQUAGÉSIMO SEGUNDO *
   
Abri as luzes. O apartamento perfeitamente arrumado por Silvina, a porteira e minha espécie de governante, cheirava a rosas é que ela enfentara as salas com pequenos ramos. Silvina fôra empregada doméstica em casa de meus pais e vira-me nascer. Depois casou com um funcionário da Carris tinha eu os meus doze anos. No escritório um bilhete:    "- Quando é que o menino toma juizo? e um pão de ló já em fatias. Fui buscar uma cerveja. O telefone piscava em vermelho. "- Tem calma camarada. Eu jà t'atendo!" e ataquei um "pedaço do ló" Maravilha. Chegou a altura de escutar as mensagens. 
Alguns convites e um recado que vinha da Fábrica de Camisas de que era sócio-gerente: "- É pá. Podes abrir o champanhe. O negócio com os suecos está fechado!"    Era uma encomenda de vulto. Dei uma golaça na cerveja e achei, por bem, ir deitar-me e telefonar "para o céu" que é como quem diz bater uma sorna a cem por cento. Tinham sido três dias a desbundar...          


   * QUINQUAGÉSIMO TERCEIRO *
  
Cerca das dez horas, como habitual (ou não...) fui tomar um café e um pastel de nata à Pastelaria do Silva:  "- Ora viva doutor. Bons olhos o vejam..." Bebi um gole de água: "- É verdade amigo Silva. Fui de viagem."   "- Pois é. O seu carro não saiu do mesmo sitio."  Paguei a despesa:"- Mas hoje vai sair" E assim foi. Rumei à Fábrica em Sacavem. Era de camisas e só para exportação. O meu sócio, veio receber-me:     "- Porra pá. Que  rico tiro nos suecos!". O Tavares era quem tinha nas mãos a Produção e o Controlo do Producto. Fui para o meu gabinete. Laura, o meu braço direito, saudou-me. Tinha umas pernas divinais, mamas pequenas bem moldadas e uma carinha de menina assustada: "- Estamos de parabens..." Não a deixei terminar. Meti-lhe a lingua na boca enquanto que lhe retirava as cuecas. Abriu-me as calças tirou o sardo e, meticulosamente baixando-se lambeu a cabeça como menino saboreando um gelado. Puxei-a. Sentei-me à secretária e ela nela. Pernas abertas e a minha lingua ofertou-lhe um minete divinal. Encheu-me a boca com o seu suco leitoso. Não me vim. Guardei-me para outras praias. Dito e feito compuzémo-nos e ela terminou a frase: "...e convencemos os vikings." Rimo-nos. Regressou ao seu gabinete contiguo ao meu.  

Lingua de Radar

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