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26 novembro, 2013 Um negro na noite, Ep 54 ao Ep 58

  * QUINQUAGÊSIMO QUARTO *
 
Já no Altis informaram-me que a reunião com os hoandeses da Alexium seria realizada numa penthouse do Hotel. Bem conhecia. Tinha dois quartos-casal, dois banheiros, uma kitchenet, um mini-bar, uma ampla sala com sofás e uma mesa a todo o comprido. O garçon conduziu-me. Bateu à porta. Uma jovem dos seus trinta anos recebeu-me com um sorriso largo. Era alta e ruiva. Uma mulheraça com tudo em "su sitio". Apresentou-me o dr. Van Horst o director internacional da Alexiam uma vasta cadeia de lojas salpicadas por toda a Holanda.Era um tipo na casa dos quarenta. Tomámos um copo, falámos de coisas futeis e fomos para a mesa.  "Conhaque é conhaque. 
Trabalho é trabalho" se bem que aquele encontro não passasse dum pró-forma já que tudo, anteriormente, fôra definido. Agora era só rubricar. 

   * QUINQUAGÉSINO QUINTO *   
   
Entre os dois lia os documentos quando senti uma perna a colar-se à minha. Ao mesmo tempo uma mão passeava-se pelo meu sexo. Este logo se entesou e, hàbilmente, foi tirado para fóra. Van Horst baixou-se e começou a lambe-lo.  Jane, abraçando-me, deu inicio a um linguado. Meti-lhe as mãos entre as virilhas. Estava sem cuequinhas e, uma farta pentelheira, dava cobertura a uma greta bem molhada. Puxei-a para cima da mesa e chupei, com atitude, aquele saliente clitoris enquanto ela me empurrava a cabeça e orgasmava-se continuamente. Van Horst era um mestre do broche. De tal maneira que por duas vezes me esporrei. Ergueu-se. Foi buscar um bolo e mostrando a Jane a boca cheia de nhanha comeu-o. Para ela foi o extase ao ve-lo executar este numero. Contrações vaginais e uivos completaram o cenário. Tudo terminado bebemos um Madeira.  
Arrumada a documentação uma despedida cordial por entre sorrisos coniventes. Eram sete horas. Voltei para casa.      


   * QUINQUAGÉSINO SEXTO *
 
O sol ia-se pondo. O silêncio imperava. Tão só o ronronar do meu gato, o Dorminhoco, me avisava que por ali havia vida. Do mal o menos... Ia tomar um duche quando a campainha soou. Estava nu sòmente coberto por um roupão. Duas jovens, vestidas de igual, apresentaram-se como enviadas duma seita religiosa, entraram. A bem dizer eram bem caprichosas rondando os 25 anos.
Acomodaram-se diante de mim espalhando sobre a mesinha prespectos vários da sua Confissão enquanto exaltavam os maleficios da vida fóra de Deus e o sofrimento demoniaco no pós-morte. Seguir os ensinamentos de Cristo. Os Mandamentos "não cobiçar a mulher do próximo".Apeteceu-me acrescentar  "quando o próximo estiver próximo" mas aguentei.  Disfarçadamente, enquanto folheava a propaganda exposta, abri o roupão deixando à vista o caralho já meio teso.


   * QUINQUAGÉSINO SÉTIMO *
 
Vi que tinham visto como "vi" que os seus rostos se enrubesceram. Ergui-me de repente e puz a pila, já bem tesa, junto da cara duma delas. Agarrou-o e começou a mamá-lo.
Lancei a mão à cona da outra. Tirou o bikini e deixou que os meus vagueassem vagina adentro. Levei-as para o quarto e os três deleitámo-nos com prazeres irrecusáveis. O cu de uma foi local acolhedor para o meu casso enquanto a outra, com a lingua, banhava o meu de cuspo. Virei-as e ambas fizeram um 69 demorado. Vieram-se após o que me fizeram uma punheta. Uma leitada encheu uma das bocas que logo a outra veio sugar.  Agora a noite caía. Tinham de ir mostrar serviço. Acompanhei-as ao elevador:  "-Vão com Deus!" gritei-lhes.Não sei se Ele foi com elas. Eu fui duchar-me pensando, quiçás numas prolongadas férias no Purgatório. Sei lá...


   * QUINQUAGÉSINO OITAVO *

Acabara de tomar banho quando a Silvina entrou: "- Ora viva. Pensei que tinha fugido". Silvina vira-me nascer. Dei-lhe um beijo na testa: "- Se um dia fugir serás a primeira a saber!"   "- Malandro. Ah. a D. Benvinda já cá esteve..." Benvinda era uma solteirona que morava no 4o. andar... Continuou: "- O meu Alfredo está de folga e quer que o menino lá vá jantar. Galinha de cabidela!". Ela bem sabia ser o meu prato preferido. E depois o velho cobrador da Carris era um óptimo conversador. "- Touché! E já agora tira da dispensa duas garrafas de tinto."  "- Tantas? São só os dois." indagou. "- Tens razão. Leva quatro..." Sorriu mostrando aquele terno olhar com que me ajudara a criar. Saiu e enquanto vestia um fato de treino ia pensando "afinal depois de tantos dias loucos um "serão em familia" seria a medicação perfeita." E amanhã a Isabel estava de volta...

Lingua de Radar

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