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11 junho, 2018 Uma surpresa agradável

Dou-lhe com a chibata até ver a sua pele morena a ficar vermelha e a sentir o fervor da sua pele na minha.

A nossa vida pode parecer perfeita até ao momento em que somos confrontados com algo que nem os nossos olhos querem acreditar...

Uma surpresa agradável

Olho para fora da minha janela e vejo a chuva a começar a cair e depois a aumentar a sua intensidade. Olho lá para fora imaginando como poderia vir a acabar aquele dia.

O meu namorado está a trabalhar e eu ainda a acabar o meu curso na faculdade. Hoje não tenho aulas, por isso apenas me basta esperar por ele. Não posso sair. Para quê? Onde ir se está a chover? Mais vale ficar em casa. Ninguém me contacta, nem sequer o meu amado, ou pensava isso.

Deu-me na telha naquele dia ir ao encontro dele, não me importando com a chuva que iria apanhar ao longo do trajecto. Queria surpreendê-lo. Não queria passar mais um dia de chuva à sua espera.

Apanhei os transportes que necessitava e fui ter com ele ao seu local de trabalho. Ao longo do trajecto trocámos algumas mensagens, mas eu sempre lhe disse que estava em casa.

Ao sair do último transporte ainda tinha que andar mais quinze minutos, mas nada que me afligisse. Não naquele dia. Tinha a necessidade de sentir-me viva. E se me iria sentir!

Ao dobrar a última esquina, observo-o a agarrar amistosamente numa mulher que não eu. "Que dia perfeito! Primeiro a chuva para me deprimir e agora isto. Simplesmente... perfeito”, pensei. Voltei para trás escondendo-me atrás da parede do prédio.

Observei bem a outra mulher. Ela era alta, com uma figura esguia, umas curvas que faria qualquer homem perder-se por ali, um cabelo longo e loiro, e uns lábios carnudos. Até eu fiquei com desejo de pegar naquela mulher.

Após observar o que observei passei por um misto de emoções e de sensações. Fiquei de tal forma em brasa que nem lhe disse que estive perto do seu trabalho e nem que vi o que vi. “Em casa falamos”, pensei.

A chuva deixou de ser um problema. Fiz o caminho de regresso a casa a sentir as pingas a caírem sobre a minha pele.

Tanto o dia como a noite decorreram de forma normal.

Depois do café fomos para casa dele como já era normal. Lá bebemos uns copos, conversámos sobre as coisas banais do nosso dia-a-dia até que acabamos por nos envolver. Fiz-me ao bife. Seduzi-o ao colocar-me no seu colo e a fazer investidas sobre ele. Quero-o. Incentivo-o a vir comigo para o quarto.
- Anda... tenho uma surpresa para ti... - digo-lhe ao mesmo tempo que o começo a encaminhar para o quarto.

No quarto empurro-o para cima da cama. Vou ao seu encontro e dispo-o. Não dizemos nem uma palavra. Enquanto lhe retiro as roupas que lhe cobrem o corpo vou-lhe depositando beijos demorados ao longo do seu tronco, barriga, baixo ventre e pernas.

Deito-o sobre a cama e sem demoras prendo-lhe as mãos à cama com uma corda, de seguida vendo-lhe os olhos.
- O que estás a preparar sua marota? - diz-me.

Não lhe respondo. Dispo-me e coloco-me sobre a sua boca.
- Começa a dar uso a essa língua. - digo-lhe.

Enquanto ele me tenta estimular, coloco-lhe uns grampos nos seus mamilos. Apanho na chibata que tinha colocado ali perto da cama e começo a chicoteá-lo.
- Hoje estamos bruta. - diz-me.
- Cale-se! - Respondo prontamente.

Dou-lhe com a chibata até ver a sua pele morena a ficar vermelha e a sentir o fervor da sua pele na minha. Ele lambe-me desenfreadamente. Eu debruço-me sobre ele e começo a chupa-lo, mas primeiro pego num vibrador, que também tinha colocado ali perto da cama, e começo a introduzi-lo no seu ânus. Ele ainda se debateu, mas não valia a pena. Desta vez iria colocá-lo todo lá dentro enquanto continuava a chupar o seu membro. Se ele gostou ou não, isso não me interessa.

Depois de estarmos envolvidos num sessenta e nove muito escaldante, atingimos o clímax.

Deixei o vibrador dentro do seu ânus, mas agora com uma rotação mais lenta. Retirei-lhe os grampos dos seus mamilos e agora coloco-lhe uma mordaça, não quero mais ouvi-lo falar.

Introduzo o pénis dele dentro de mim sem pressas. Ele elevava a sua cintura para me penetrar mais rapidamente, mas sem sorte. Apenas estava ali para servir e ser massacrado pois tinha-se portado mal.

Intensifico o meu balançar sobre ele enquanto que ao mesmo tempo vou rodando o vibrador que ele tem dentro de si e sinto que ele já atingiu o clímax, novamente. Retiro-me dentro dele e limpo o sémen que me escorre pelas pernas. Retiro-lhe o vibrador, ele estremece quando lho retiro. Trinco o seu tronco, mamilos e por dentro das coxas. Ele debate-se, mas não valia a pena. O seu membro continua com vontade para mais aventura, então vamos a isso.

Chupo o seu membro hirto e firme durante alguns momentos. Quando o sinto enrijar mais um pouco na minha boca, coloco-me novamente sobre ele, mas agora desta vez de costas para ele.

Estimulo-me enquanto me balanço e rodopio as minhas ancas sobre ele. Ao reencostar-me para trás consigo retirar-lhe a venda dos olhos, mas não a da boca.

Pego novamente no vibrador e começo a inseri-lo novamente nele. Vejo-o a abrir os olhos de forma amedrontado, mas eu não quis saber. Inseri-o todo, novamente. Sinto o seu corpo estremecer ao atingir mais um orgasmo, mas agora eu não podia parar, pois estava quase a atingir o meu. Aumentei a intensidade e enquanto o meu corpo estremecia pelo prazer arrebatador que recebeu, também ele estava extasiado pois tinha conseguido ter múltiplos orgasmos.

Ao sair de cima dele liberto-lhe as mãos e a sua boca.
- Mas qual foi a tua de usares o vibrador? - pergunta-me.

Dou-lhe um beijo na cara e digo-lhe:
- Relaxe querido. Durma que lhe vai fazer bem. Amanhã é um novo dia.

Alexa

Alexa

Uma mulher com imaginação para dar e vender.
Sempre gostei de escrever, mas coisas eróticas... isso gosto mais. Levar um homem à loucura através de palavras e da sua própria imaginação. Como adoro...

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