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08 janeiro, 2014 Um negro na noite, Ep 64 ao Ep 68

   * SEXAGESIMO QUARTO *

Trocámos caricias antes de prevermos como seria o fim do dia e o resto da noite. Sem apetite, o almoço da Silvina fôra o quanto basta, fomo-nos arranjando. Isabel tinha roupa e muita em minha casa. Aliás havia um roupeiro só com os seus 'precisos'. Pela minha parte umas calças de ganga, camisete e uma camisola como pano de fundo. Onde jantar? O que jantar? Afinal haviamos tido um lanche-ajantarado. Apetite? Pouco. Sentado no maple dava volta à imaginação. Ela produzia-se. Regredi e cheguei ao passado. Parque Meyer! Porque não? No 'Manel'. Belicha chegou. Atirei um assobio. "- Gostas?" perguntou. Voltei a assobiar. Acercou-se e sentando-se ao meu colo questionou:     "-Ficamos aqui ou partimos?  
"- Já estamos 'no ir". E fomos para o Reino dos Teatros. Arrumei o carro frente ao Capitólio. Subimos até ao 'Manel'. Uma mesa na sala dois acolheu-nos. Os caloros e verdadeiros cumprimentos do patrão e, encomendado ameijoas à Bulhão Pato e um Gaeiras branco, olhámos o ambiente. Gente da 'cena' principalmente "girls" bem maquilhadas e bailarinos davam ao local, com a sua juventude ruidosa, um ambiente de prazer e diversão.           


   * SEXAGESIMO QUINTO *
  
Vieram os bichinhos logo atacados sem dó nem piedade. O Gaeiras ia escorregando animando, frescamente, os estomagos que o ingeriam.Refeicão finda Isabel dirigiu-se ao quarto de banho. Antes, reparara que uma das teatrais a olhava sofregamente. Levantei-me e segui para os lavabos. Encostada a uma parede, pernas bem abertas, Belicha era alvo duma trombada magistral. Entesei-me com a cena e, quando puz o pau de fora um dos dançarinos entrou. Agarrou-o e começou a mamá-lo. Que broche! Tirou as calças mostrando um cu de menina. 
Enfiei até aos colhões. Ganiu como cadela parideira. Isa ouviu e, galgando terreno, abocou-lhe o caralho. Sentindo-se fóra de jogo a 'girl' não se perdeu. Num ápice a sua lingua consagrou-me um botão de rosa prega a prega. Vi-me no cu do 'boy'. Isabel comeu-lhe a esporra. 
A 'girl', lambuzdada com os sucos internos, lambia-se frente ao espelho retocava a maquilhagem. Voltámos à sala onde a animação prosseguia. "- Que mais?" perguntou o garçon. Dissemos não ao café. 
Para mim um puro em balão. Para ela um gelado. Refeição terminada as despedidas.    "- Então dr. Quando voltam?" Pisquei-lhe um olho:  "- Amigo Manel. Sempre que  a 'dois' assim estiver povoada..." Entre risos coniventes um abraço de  'até breve.         


   * SEXAGESIMO SEXTO *
  
Fôra um almoço agradavel. E agora? Que tal uma ida ao Cinebolso? Ambos de acordo. 'Loucas na Cama' era o filme. À porta os habituais mirones e profissionais do sexo. Separámo-nos para entrar um de cada vez. Isa comprou o seu ingresso e logo um calmeirão, bem apessoado, lhe apalpou o rabo. Ela sorriu-lhe e entraram juntos. Entro em seguida tentamdo habituar-me à escuridão. Sento-me e fixo-me no filme. Um orgia e peras que me fez entesar. Alguém se sentara a meu lado. Um jovem aloirado com ar de estudante jogou-me a mão à piça, que eu já puzera de fóra, e começou a chupá-la. Sentia-me bem. Lambeu-me os tomates com lingua sabedoura enquanto eu ia olhando na busca de Isabel. Não a vi. Gentes movimentavam-se da sala para o wc ou corredor voltando abotoando as calças. Aliviados!      


   * SEXAGESIMO SÉTIMO *

Um senior, olhos esbogalhados na cochia, bate uma punheta enquanto observa a mamada que me estão a fazer. Reparo que se esporra nas mãos e logo as lambe gulosamente. Então esporro-me. Encho a boca do chavalo que ingere a leitada e abala. No ecran uma molhada de machos e fémeas numa bacanal infindável. Vou até ao quarto de banho. 
Belicha está com o matulão, com quem entrou,e mais dois. Um está a fazer-lhe um minete. O calmeirão, oferta-lhe, alternando com outro, um caralhão peso-pesado. Ela ora chupa um ora o outro. Espreito pelo rabo do olho. Em simultaneo vêm-se na sua boca. Isabel engole tudo. Suspira de prazer enquanto a sua cona é possuida pelo que antes a abocanhava. 
Saio e dirijo-me ao carro. Pouco depois chega. Rimo-nos. A nossa aventura terminara. Regressámos a minha casa para um banho e, quiçás, um salto até ao Bar do Max. Quem sabe? 


   * SEXAGESIMO SÉTIMO *

Chegámos. A casa cheirava a Primavera. Silvina, como sempre, passara por lá dando a habitual arrumação. Dorminhoco deu-nos as boas-vindas com o seu ronronar e voltou a deitar-se. Fui preparar o banho enquanto Isabel arranjava as bebidas. Desabafei: "- Estou cansado!" Passou-me a mão pelos cabelos. "- Também eu!" A televisão debitava um daqueles programas impróprios para consumo. O costume. A banheira chamou-nos. Tal dois putos demos azo a brincadeiras de meninos mergulhados na branca espuma e nos sais cujo aroma se misturava com o perfume da limpeza efectuada pela Silvina. Dez horas. 
"- Vamos?" perguntei.  "- E se ficássemos?" Duas questões para uma só resposta. Um telefonema e minutos volvidos uma pizza ainda fumegante. 
Foi escolher o vinho. Dorminhoco alinhou no repasto. À uma hora mergulhámos no mundo dos sonhos e das sombras. Dormimos recuperando de horas a fio de prazeres inconfessáveis...     

Lingua de Radar

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